Talált 2716 Eredmények: Terra Prometida Josué 12
para que esta terra, que estimais entre todas, recebesse uma digna colônia de filhos de Deus. (Sabedoria 12, 7)
Eis, portanto, um oleiro que amassa laboriosamente a terra mole, e forma diversos objetos para nosso uso, mas da mesma argila faz vasos destinados a fins nobres e outros, indiferentemente, para usos opostos. Para qual destes usos cada vaso será aplicado? O oleiro será o juiz. (Sabedoria 15, 7)
Do mesmo barro, forma também, como obreiro perverso, uma vã divindade, ele que, ainda há pouco, nasceu da terra, e em breve voltará a ela, de onde foi tirado, quando lhe serão pedidas as contas de sua vida. (Sabedoria 15, 8)
Pó é o seu coração, mais vil que a terra sua esperança, e põe sua glória em fabricar objetos enganadores. E mais desprezível que o barro é sua vida,* (Sabedoria 15, 10)
Ora, excedendo sua força habitual, o fogo ardia mesmo no meio da água para destruir os frutos de uma terra iníqua... (Sabedoria 16, 19)
para que os filhos que vós amais, Senhor, aprendessem que não são os frutos da terra que alimentam o homem, mas é vossa palavra que conserva em vida aqueles que creem em vós. (Sabedoria 16, 26)
vossa palavra todo-poderosa desceu dos céus e do trono real, e, qual um implacável guerreiro, arremessou-se sobre a terra condenada à ruína.* (Sabedoria 18, 15)
De pé, ela tudo encheu de morte, e, pisando a terra, tocava os céus. (Sabedoria 18, 16)
Foi vista uma nuvem cobrir o acampamento, e a terra seca surgir do que tinha sido água, um caminho viável formar-se no Mar Vermelho, e um campo verdejante emergir das ondas impetuosas.* (Sabedoria 19, 7)
porque eles se lembravam ainda do que tinha acontecido na terra estrangeira: como a terra, contrariando a geração dos vivos, tinha produzido moscas, e como o rio, em lugar de peixes, tinha lançado fora uma multidão de rãs. (Sabedoria 19, 10)
Os seres terrestres tornavam-se aquáticos, os que nadam passavam à terra,* (Sabedoria 19, 19)
Quem pode contar os grãos de areia do mar, as gotas de chuva, os dias do tempo? Quem pode medir a altura do céu, a extensão da terra, a profundidade do abismo? (Eclesiástico 1, 2)