Talált 1129 Eredmények: Saul E Davi
Davi perguntou ao mensageiro: “De onde és?”. “Eu sou filho de um estrangeiro – respondeu ele –, de um amalecita”. (II Samuel 1, 13)
Davi disse-lhe: “Como não receaste levantar a mão contra o ungido do Senhor para matá-lo?”. (II Samuel 1, 14)
E, chamando um dos seus homens, Davi disse-lhe: “Vem, mata-o!”. O homem o feriu e ele morreu. (II Samuel 1, 15)
Davi disse-lhe então: “Tu és culpado. Tua própria boca deu testemunho contra ti, quando disseste: ‘Matei o ungido do Senhor’.”* (II Samuel 1, 16)
Compôs então Davi o seguinte cântico fúnebre sobre Saul e seu filho Jônatas, (II Samuel 1, 17)
Montanhas de Gelboé, não haja sobre vós nem orvalho nem chuva! Campos assassinos, onde foi maculado o escudo dos heróis! O escudo de Saul estava ungido não com óleo,* (II Samuel 1, 21)
mas com o sangue de feridos, com a gordura de guerreiros, o arco de Jônatas jamais recuou, a espada de Saul jamais brandiu em vão! (II Samuel 1, 22)
Saul e Jônatas, amáveis e encantadores, nunca se separaram, nem na vida nem na morte, mais velozes do que as águias, mais fortes do que os leões! (II Samuel 1, 23)
Filhas de Israel, chorai por Saul, que vos vestia de púrpura suntuosa e ornava de ouro vossos vestidos. (II Samuel 1, 24)
Depois disso, Davi consultou o Senhor: “Devo subir a alguma das cidades de Judá? – perguntou ele –. “Vai – respondeu o Senhor. Davi retomou: “Aonde irei?”. “A Hebron.” (II Samuel 2, 1)
Davi subiu a Hebron com suas duas mulheres, Aquinoam de Jezrael e Abigail, viúva de Nabal, de Carmelo. (II Samuel 2, 2)
Levou também Davi os homens de sua tropa com suas famílias e fixaram-se nas cidades de Hebron. (II Samuel 2, 3)