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Acordou o carcereiro e, vendo abertas as portas do cárcere, supôs que os presos haviam fugido. Tirou da espada e queria matar-se. (Atos dos Apóstolos 16, 27)
Então, o carcereiro pediu luz, entrou e lançou-se trêmulo aos pés de Paulo e Silas. (Atos dos Apóstolos 16, 29)
Depois os conduziu para fora e perguntou-lhes: “Senhores, que devo fazer para me salvar?”. (Atos dos Apóstolos 16, 30)
Disseram-lhe: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua família”. (Atos dos Apóstolos 16, 31)
Quando amanheceu, os magistrados mandaram os lictores dizerem: “Solta esses homens”. (Atos dos Apóstolos 16, 35)
O carcereiro transmitiu essa mensagem a Paulo: “Os magistrados mandaram-me dizer que vos ponha em liberdade. Saí, pois, e ide em paz”. (Atos dos Apóstolos 16, 36)
Mas Paulo replicou: “Sem nenhum julgamento nos açoitaram publicamente, a nós que somos cidadãos romanos, e meteram-nos no cárcere, e agora nos lançam fora ocultamente... Não há de ser assim! Mas venham e soltem-nos pessoalmente!”. (Atos dos Apóstolos 16, 37)
Os lictores deram parte dessas palavras aos magistrados. Estes temeram, ao ouvir dizer que eram romanos. (Atos dos Apóstolos 16, 38)
Foram e lhes falaram brandamente. Pedindo desculpas, rogavam-lhes que se retirassem da cidade. (Atos dos Apóstolos 16, 39)
Saindo do cárcere, entraram em casa de Lídia, onde reviram e consolaram os irmãos. Depois partiram. (Atos dos Apóstolos 16, 40)
Paulo dirigiu-se a eles, segundo o seu costume, e por três sábados disputou com eles. (Atos dos Apóstolos 17, 2)
Explicava e demonstrava, à base das Escrituras, que era necessário que Cristo padecesse e ressurgisse dos mortos. “E este Cristo é Jesus que eu vos anuncio.” (Atos dos Apóstolos 17, 3)