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Os judeus erigiram em costume o que tinham feito na primeira vez e o que Mardoqueu lhes tinha mandado. (Ester 9, 23)
Mas quando Ester se apresentou diante do rei este ordenou por escrito que a perversa maquinação, tramada contra os judeus, recaísse sobre a cabeça de seu autor e que este e seus filhos fossem suspensos à forca. (Ester 9, 25)
os judeus instituíram e estabeleceram para si, para sua posteridade e para seus adeptos, o costume irrevogável de celebrar anualmente esses dois dias, segundo a forma prescrita e no tempo marcado.* (Ester 9, 27)
A rainha Ester, filha de Abigail, e o judeu Mardoqueu escreveram uma segunda vez com insistência para confirmar a carta sobre os Purim. (Ester 9, 29)
Depois enviaram a todos os judeus das cento e vinte e sete províncias do rei Assuero cartas com palavras de paz (Ester 9, 30)
Os povos são aqueles que se reuniram para destruir o nome dos judeus. (Ester 10, 8)
E esses dois destinos se cumpriram na hora, no tempo e no dia marcados por Deus para todas as nações. (Ester 10, 11)
No quarto ano do reino de Ptolomeu e de Cleópatra, Dositeu que se dizia sacerdote e levita e igualmente seu filho, Ptolomeu, trouxeram a presente carta concernente aos Purim, dizendo que ela tinha sido traduzida por Lisímaco, filho de Ptolomeu, em Jerusalém.* (Ester 11, 1)
Em seguida, repentinamente, avançaram dois grandes dragões, dispostos para acometer um ao outro. (Ester 11, 6)
Ao grito que lançaram, as nações se comoveram para combater contra a nação dos justos. (Ester 11, 7)
A luz apareceu com o sol; os que estavam na humilhação foram exaltados e devoraram os nobres. (Ester 11, 11)
O rei fez o inquérito. Eles confessaram e foram conduzidos ao suplício. (Ester 12, 3)