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Os filhos de Jacó deram a Siquém e a Hemor uma resposta dolosa, porque Siquém havia ultrajado sua irmã Dina e lhes disseram: (Gênesis 34, 13)
“Dar nossa irmã a um incircunciso – disseram eles – é uma coisa que não podemos fazer, porque isso seria desonroso para nós. (Gênesis 34, 14)
Hemor e seu filho foram à porta da cidade e disseram a seus concidadãos: (Gênesis 34, 20)
Todos os que passavam pela porta da cidade deixaram-se convencer por Hemor e Siquém, seu filho, e todos os varões foram circuncidados.* (Gênesis 34, 24)
No terceiro dia, estando todos ainda doentes, os dois filhos de Jacó, Simeão e Levi, irmãos de Dina, tomaram cada um sua espada, penetraram na cidade, que de nada desconfiava, e mataram todos os varões. (Gênesis 34, 25)
Passaram a fio de espada também Hemor e Siquém, seu filho; tiraram Dina da casa de Siquém e se foram. (Gênesis 34, 26)
Os filhos de Jacó caíram impetuosamente sobre os mortos e assolaram a cidade, porque haviam ultrajado sua irmã. (Gênesis 34, 27)
Tomaram suas ovelhas, seus bois, seus jumentos e tudo o que havia na cidade como nos campos. (Gênesis 34, 28)
E levaram como espólio todos os seus bens, seus filhos, suas mulheres e tudo o que se encontrava em suas casas. (Gênesis 34, 29)
Eles responderam: “Porventura, devíamos deixar tratar nossa irmã como uma prostituta?”. (Gênesis 34, 31)
Entregaram a Jacó todos os deuses estrangeiros que tinham, assim como os brincos que traziam nas orelhas, e Jacó enterrou-os debaixo de um terebinto, perto de Siquém. (Gênesis 35, 4)
Partindo eles dali, Deus semeou o pânico nas cidades circunvizinhas, de sorte que não perseguiram os filhos de Jacó. (Gênesis 35, 5)