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Samuel disse ao povo: “Vedes aquele que o Senhor escolheu? Não há em todo o povo quem lhe seja semelhante”. E todos o aclamaram, dizendo: “Viva o rei!”. (I Samuel 10, 24)
Houve, porém, alguns homens maus que disseram: “Que poderá este fazer por nós?”. Por isso, desprezaram-no e não lhe levaram presente algum. Mas Saul não fez caso disso. (I Samuel 10, 27)
Naás, o amonita, pôs-se em cam-panha e combateu contra Jabes, em Galaad. Os habitantes de Jabes disseram-lhe: “Façamos aliança e nós te serviremos”. (I Samuel 11, 1)
“Concede-nos sete dias – disseram-lhe os anciãos de Jabes – para que enviemos mensageiros por toda a terra de Israel; se não houver quem nos ajude, nos entregaremos a ti”. (I Samuel 11, 3)
Foram os mensageiros a Gabaá, cidade de Saul e contaram isso ao povo e todo o povo pôs-se a chorar em alta voz. (I Samuel 11, 4)
Saul voltava então do campo, atrás dos seus bois. “Que tem o povo para chorar dessa forma?” – disse ele. E referiram-lhe as palavras dos habitantes de Jabes. (I Samuel 11, 5)
Disseram aos mensageiros que tinham vindo: “Dizei aos habitantes de Jabes, em Galaad, que amanhã, quando o sol estiver na força do seu calor, serão socorridos”. Voltando, deram os mensageiros essa notícia aos habitantes de Jabes, que se alegraram. (I Samuel 11, 9)
Esses disseram aos amonitas: “Amanhã nos renderemos a vós e fareis de nós o que vos parecer melhor”. (I Samuel 11, 10)
No dia seguinte, Saul dividiu o povo em três partes; penetraram ao raiar do dia no acampamento inimigo e feriram os amonitas até que chegou o grande calor do dia. Aqueles que escaparam foram dispersos, de tal sorte que não ficaram dois deles juntos. (I Samuel 11, 11)
Partiu, pois, todo o povo para Gálgala para ali confirmar Saul, em presença do Senhor, no seu título de rei e oferecer naquele lugar sacrifícios de ações de graças. E Saul, com todos os israelitas, alegraram-se grandemente. (I Samuel 11, 15)
Responderam-lhe: “Tu não nos prejudicaste, nem nos oprimiste, nem recebeste coisa alguma da mão de ninguém”. (I Samuel 12, 4)
Samuel replicou: “O Senhor é testemunha contra vós e também o seu ungido, de que vós não encontrastes coisa alguma nas minhas mãos”. “Sim, eles são testemunhas”– responderam eles. (I Samuel 12, 5)