Mosaico decorativo

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  • O nome da estrela era “Absinto”. Assim, uma terça parte das águas transformou-se em absinto e muitos homens morreram por ter bebido dessas águas envenenadas. (Apocalipse 8, 11)

  • O quarto anjo tocou. Foi atingida então uma terça parte do sol, da lua e das estrelas, de modo que se obscureceram em um terço; e o dia perdeu um terço da claridade, bem como a noite.* (Apocalipse 8, 12)

  • Mas foi-lhes dito que não causassem dano à erva, verdura, ou árvore alguma, mas somente aos homens que não têm o selo de Deus na fronte. (Apocalipse 9, 4)

  • Então, foram soltos os quatro Anjos que se conservavam preparados para a hora, o dia, o mês e o ano da matança da terça parte dos homens... (Apocalipse 9, 15)

  • Porque o poder nocivo dos cavalos estava também nas caudas; tinham cabeças como serpentes e causavam dano com elas. (Apocalipse 9, 19)

  • Vi então outro anjo vigo­roso descer do céu, revestido de uma nuvem e com o arco-íris em torno da cabeça. Seu rosto era como sol, e as suas pernas como colunas de fogo. (Apocalipse 10, 1)

  • Segurava na mão um pequeno livro aberto. Pôs o pé direito sobre o mar, o esquerdo sobre a terra (Apocalipse 10, 2)

  • mas, nos dias em que soasse a trombeta do sétimo anjo, se cumpriria o mistério de Deus, de acordo com a Boa-Nova que confiou a seus servos, os profetas. (Apocalipse 10, 7)

  • Então, a voz que ouvi do céu falou-me de novo, e disse: “Vai e toma o pequeno livro aberto da mão do anjo que está em pé sobre o mar e a terra”. (Apocalipse 10, 8)

  • Fui eu, pois, ter com o anjo, dizendo-lhe que me desse o pequeno livro. E ele me disse: “Toma e devora-o! Ele te será amargo nas entranhas, mas, na boca, doce como o mel”.* (Apocalipse 10, 9)

  • Tomei então o pequeno livro da mão do anjo e o comi. De fato, em minha boca tinha a doçura do mel, mas depois de o ter comido, amargou-me nas entranhas. (Apocalipse 10, 10)

  • Então, foi-me explicado: “Urge que ainda profetizes de novo a numerosas nações, povos, línguas e reis”.* (Apocalipse 10, 11)


"As almas! As almas! Se alguém soubesse o preço que custam". São Padre Pio de Pietrelcina