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“Crês, ó rei, nos profetas? Bem sei que crês!” (Atos dos Apóstolos 26, 27)
Respondeu Paulo: “Prouvera a Deus que, por pouco e por muito, não somente tu, senão também quantos me ouvem, se fizessem hoje tal qual eu sou... menos estas algemas!”. (Atos dos Apóstolos 26, 29)
Embarcamos num navio de Adramito que devia costear as terras da Ásia, e levantamos âncora. Em nossa companhia estava Aristarco, macedônio de Tessalônica. (Atos dos Apóstolos 27, 2)
No dia seguinte, fazendo escala em Sidônia, Júlio, usando de bondade com Paulo, permitiu-lhe ir ver os seus amigos e prover-se do que havia de necessário. (Atos dos Apóstolos 27, 3)
Dali, fazendo-nos ao mar, fomos navegando perto das costas de Chipre, por nos serem contrários os ventos. (Atos dos Apóstolos 27, 4)
O centurião encontrou ali um navio de Alexandria, que rumava para a Itália, e fez-nos passar para ele. (Atos dos Apóstolos 27, 6)
Por muitos dias navegamos lentamente e com dificuldade até diante de Cnido, onde o vento não nos permitiu aportar. (Atos dos Apóstolos 27, 7)
“Amigos, vejo que a navegação não se fará sem perigo e sem graves danos, não somente ao navio e à sua carga, mas ainda às nossas vidas”. (Atos dos Apóstolos 27, 10)
O porto era impróprio para passar o inverno, pelo que a maior parte deles foi de parecer que se retornasse ao mar, na esperança de chegar a Fenice, para passar ali o inverno, por ser esse um porto de Creta, abrigado dos ventos do Sudeste e do Nordeste. (Atos dos Apóstolos 27, 12)
Soprava então brandamente o vento sul. Julgavam poder executar os seus planos. Levantaram a âncora e foram costeando de perto a ilha de Creta. (Atos dos Apóstolos 27, 13)
Sem poder resistir à ventania, o navio foi arrebatado e deixamo-nos arrastar. (Atos dos Apóstolos 27, 15)
Içaram-no e, depois, como meio de segurança, cingiram o navio com cabos. Então, temendo encalhar em Sirte, arriaram as velas e entregaram-se à mercê dos ventos.* (Atos dos Apóstolos 27, 17)