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Então, os vinte e quatro Anciãos e os quatro Animais prostraram-se e adoraram a Deus que se assenta no trono, dizendo: “Amém! Aleluia!”. (Apocalipse 19, 4)
Ele me diz, então: “Escreve: Felizes os convidados para a ceia das núpcias do Cordeiro”. Disse-me ainda: “Estas são palavras autênticas de Deus”.* (Apocalipse 19, 9)
Eu vi a Fera e os reis da terra com os seus exércitos reunidos para fazer guerra ao Cavaleiro e ao seu exército. (Apocalipse 19, 19)
Tinha grande e alta muralha com doze portas, guardadas por doze anjos. Nas portas estavam gravados os nomes das doze tribos dos filhos de Israel.* (Apocalipse 21, 12)
A muralha da cidade tinha doze fundamentos com os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.* (Apocalipse 21, 14)
A cidade formava um quadrado: o comprimento igualava à largura. Mediu a cidade com a vara: doze mil estádios. O comprimento, a largura e a altura eram iguais.* (Apocalipse 21, 16)
Cada uma das doze portas era feita de uma só pérola e a avenida da cidade era de ouro, transparente como cristal. (Apocalipse 21, 21)
No meio da avenida e às duas margens do rio, achava-se uma árvore da vida, que produz doze frutos, dando cada mês um fruto, servindo as folhas da árvore para curar as nações. (Apocalipse 22, 2)
Eis que venho em breve! Felizes aqueles que põem em prática as palavras da profecia deste livro”. (Apocalipse 22, 7)
Felizes aqueles que lavam as suas vestes para ter direito à árvore da vida e poder entrar na cidade pelas portas. (Apocalipse 22, 14)
O Espírito e a Esposa dizem: “Vem!”. Possa aquele que ouve dizer também: “Vem!”. Aquele que tem sede, venha! E que o homem de boa vontade receba, gratuitamente, da água da vida! (Apocalipse 22, 17)