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Jamais se ouviu dizer que alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença. (São João 9, 32)
Jesus disse-lhes essa parábola, mas não entendiam do que ele queria falar. (São João 10, 6)
Outros diziam: “Estas palavras não são de quem está endemoninhado. Acaso pode o demônio abrir os olhos a um cego?”. (São João 10, 21)
Maria era quem ungira o Senhor com o óleo perfumado e lhe enxugara os pés com os seus cabelos. E Lázaro, que estava enfermo, era seu irmão. (São João 11, 2)
Depois, disse a seus discípulos: “Voltemos para a Judeia”. (São João 11, 7)
“Mestre” – responderam eles –, “há pouco os judeus te queriam apedrejar, e voltas para lá?”. (São João 11, 8)
Muitos judeus tinham vindo a Marta e a Maria, para lhes apresentar condolências pela morte de seu irmão. (São João 11, 19)
Mas alguns deles disseram: “Não podia ele, que abriu os olhos do cego de nascença, fazer com que este não morresse. (São João 11, 37)
Levantando Jesus os olhos ao alto, disse: “Pai, rendo-te graças, porque me ouviste. (São João 11, 41)
E desde aquele momento resolveram tirar-lhe a vida. (São João 11, 53)
Dizia isso não porque ele se interessasse pelos pobres, mas porque era ladrão e, tendo a bolsa, furtava o que nela lançavam. (São João 12, 6)
Mas os príncipes dos sacerdotes resolveram tirar a vida também a Lázaro, (São João 12, 10)