Mosaico decorativo

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  • Os que estavam dentro, confiados na firmeza dos seus muros e na provisão que tinham de víveres, insultavam os de Judas com ditos grosseiros e proferiam blasfêmias e palavras ímpias. (II Macabeus 12, 14)

  • Logo que apareceu a primeira coorte de Judas, ficaram os inimigos passados de medo, porque o poder de Deus, que vê todas as coisas, se lhes manifestava de forma assustadora, e tomaram a fuga desordenadamente, de sorte que mutuamente se feriam e transpassavam com as próprias espadas. (II Macabeus 12, 22)

  • O mesmo Timóteo caiu nas mãos de Dositeu e de Sosípatro, aos quais pediu com grandes instâncias que o deixassem ir com vida, porque tinha feito prisioneiros muitos pais e muitos irmãos dos Judeus, os quais pela sua morte perderiam a esperança (de cobrar a liberdade). (II Macabeus 12, 24)

  • Depois da fuga e matança destes inimigos. Judas mandou marchar o seu exército para Efron, cidade forte, em que habitava uma grande multidão de povos diversos. Diante das suas muralhas estavam valentes jovens, que as defendiam vigorosamente, e dentro havia muitas máquinas de guerra e provisão de dardos. (II Macabeus 12, 27)

  • Entretanto, achando-se fatigados os que estavam com Esdrin, por terem pelejado muito tempo. Judas Invocou o Senhor, para que se fizesse ele mesmo o protector e o chefe neste combate. (II Macabeus 12, 36)

  • Tendo feito uma colecta, mandou dois mil dracmas de prata a Jerusalém, para se oferecer um sacrifício pelo pecado. Obra bela e santa, inspirada pela crença na ressurreição, (II Macabeus 12, 43)

  • Santo e salutar pensamento este de orar pelos mortos. Eis porque ofereceu um sacrifício expiatório pelos defuntos, para que fossem livres dos seus pecados. (II Macabeus 12, 46)

  • Entretanto o rei marchava, cheio de ferocidade, resolvido a ser mais cruel com os Judeus que seu pai. (II Macabeus 13, 9)

  • Judas, sabendo isto, mandou ao povo que invocasse resistir, o Senhor de dia e de noite, para que viesse em seu auxílio naquela ocasião, como sempre tinha feito, (II Macabeus 13, 10)

  • pois temiam ver-se privados da sua lei, da sua pátria e do seu santo templo. Que (o Senhor) não permitisse que o seu povo, que apenas começara a respirar um pouco, ficasse outra vez sujeito às nações blasfemas. (II Macabeus 13, 11)

  • Remetendo, pois, a sorte das armas ao Criador do universo, exortou os seus a combater valorosamente, a resistir até à morte em defesa das leis, do templo, da cidade, da pátria e das suas instituições, e fez acampar o seu exército junto a Modin. (II Macabeus 13, 14)

  • Enfim encheram de terror e turbação o acampamento dos inimigos e, depois do feliz sucesso desta empresa, retiraram-se. (II Macabeus 13, 16)


"O temor e a confiança devem dar as mãos e proceder como irmãos. Se nos damos conta de que temos muito temor devemos recorrer à confiança. Se confiamos excessivamente devemos ter um pouco de temor". São Padre Pio de Pietrelcina