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Disse, então, Pilatos: “Tomai-o e julgai-o vós mesmos segundo a vossa Lei”. Responderam-lhe os judeus: “Não nos é permitido matar ninguém”.* (São João 18, 31)
Jesus respondeu: “Dizes isso por ti mesmo, ou foram outros que to disseram de mim?” (São João 18, 34)
Disse Pilatos: “Acaso sou eu judeu? A tua nação e os sumos sacerdotes entregaram-te a mim. Que fizeste?”. (São João 18, 35)
Então todos gritaram novamente e disseram: “Não! A este não! Mas a Barrabás!”. (Barrabás era um salteador.) (São João 18, 40)
Os soldados teceram de espinhos uma coroa e puseram-lha sobre a cabeça e cobriram-no com um manto de púrpura. (São João 19, 2)
Quando os pontífices e os guardas o viram, gritaram: “Crucifica-o! Crucifica-o. Falou-lhes Pilatos: “Tomai-o vós e crucificai-o, pois eu não acho nele culpa alguma”. (São João 19, 6)
Responderam-lhe os judeus: “Nós temos uma Lei, e segundo essa Lei ele deve morrer, porque se declarou Filho de Deus”. (São João 19, 7)
Essas palavras impressionaram Pilatos. (São João 19, 8)
Mas eles clamavam: “Fora com ele! Fora com ele! Crucifica-o!”. Pilatos perguntou-lhes: “Hei de crucificar o vosso rei?”. Os sumos sacerdotes responderam: “Não temos outro rei senão César!”. (São João 19, 15)
Levaram então consigo Jesus. Ele próprio carregava a sua cruz para fora da cidade, em direção ao lugar chamado Calvário, em hebraico Gólgota.* (São João 19, 17)
Ali o crucificaram, e com ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio. (São João 19, 18)
Muitos dos judeus leram essa inscrição, porque Jesus foi crucificado perto da cidade e a inscrição era redigida em hebraico, em latim e em grego. (São João 19, 20)