Mosaico decorativo

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  • Tendo enchido as ânforas, disse ela ao seu filho: “Dá-me mais uma ânfora”. “Não há mais” – respondeu ele. E o óleo cessou de correr. (II Reis 4, 6)

  • Eliseu disse-lhe: “Por esse tempo, daqui a um ano, acariciarás um filho”. “Não, meu senhor – respondeu ela –, não zombes de tua escrava, ó homem de Deus!” (II Reis 4, 16)

  • Eliseu disse a Giezi: “Põe o teu cinto, toma na mão o meu bastão e parte. Se encontrares alguém, não o saúdes; e se alguém te saudar, não lhe respondas. Porás o meu bastão no rosto do menino”.* (II Reis 4, 29)

  • Entrou, fechou a porta atrás de si e do morto e orou ao Senhor. (II Reis 4, 33)

  • Levou ao rei de Israel uma carta concebida nestes termos: “Ao receberes esta carta, saberás que te mando Naamã, meu servo, para que o cures da lepra”. (II Reis 5, 6)

  • Tendo lido a missiva, o rei de Israel rasgou as vestes e exclamou: “Sou eu, porventura, um deus, que possa dar a morte ou a vida, para que esse me mande dizer que cure um homem da lepra? Vede bem que ele anda buscando pretextos contra mim”. (II Reis 5, 7)

  • Quando Eliseu, o homem de Deus, soube que o rei tinha rasgado as vestes, mandou-lhe dizer: “Por que rasgaste as tuas vestes? Que ele venha a mim e saberá que há um profeta em Israel”. (II Reis 5, 8)

  • Mas seus servos, aproximando-se dele, disseram-lhe: “Meu pai, mesmo que o profeta te tivesse ordenado algo difícil, não o deverias fazer? Quanto mais agora que ele te disse: ‘Lava-te e serás curado’.” (II Reis 5, 13)

  • Naamã estava já a certa distância, quando Giezi, servo de Eliseu, disse consigo: “Eis que meu amo poupou a esse sírio, Naamã, recusando aceitar de sua mão o que ele tinha trazido. Pela vida de Deus! Vou correr atrás dele e obterei dele alguma coisa”. (II Reis 5, 20)

  • Mas Eliseu replicou: “Não estava, porventura, presente o meu espírito, quando um homem saltou de seu carro ao teu encontro? É este o momento de aceitar dinheiro, adquirir vestes, oliveiras e vinhas, ovelhas e bois, servos e servas? (II Reis 5, 26)

  • O rei mandou que se lhes servisse um grande banquete e depois que acabaram de comer e beber, deixou-os em liberdade e eles voltaram para o seu soberano. A partir de então, os guerrilheiros sírios cessaram as suas incursões nas terras de Israel. (II Reis 6, 23)

  • Ouvindo o que lhe dizia a mulher, o rei rasgou as vestes, e como ia passando pela muralha, o povo viu que ele trazia um cilício sobre o corpo. (II Reis 6, 30)


"Vive-se de fé, não de sonhos." São Padre Pio de Pietrelcina