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O rei Ozias ficou leproso até a morte. Como tal, viveu numa casa isolada. Estava excluído do Templo do Senhor e seu filho Joatão governava o palácio e julgava o povo da terra. (II Crônicas 26, 21)
Fez o bem aos olhos do Senhor e seguiu as pegadas de seu pai Ozias, exceto que não entrou no Templo do Senhor. Mas o povo continuava a se corromper. (II Crônicas 27, 2)
Ezequias e o povo regozijaram-se de que o Senhor tivesse bem disposto todo o povo, porque a coisa se tinha feito de improviso. (II Crônicas 29, 36)
não puderam fazê-lo em tempo, porque não estavam santificados sacerdotes em número suficiente e o povo não se tinha ainda reunido em Jerusalém. (II Crônicas 30, 3)
Grandes multidões afluíram a Jerusalém para celebrar a festa dos Ázimos, no segundo mês. Foi uma imensa afluência de povo. (II Crônicas 30, 13)
Grande parte do povo, com efeito, muitos de Efraim, de Manassés, de Issacar e de Zabulon, comeu a Páscoa, contrariamente à prescrição, sem ter-se purificado. Mas Ezequias fez por eles esta prece: “Digne-se o Senhor, na sua bondade, (II Crônicas 30, 18)
O Senhor escutou Ezequias e perdoou o povo. (II Crônicas 30, 20)
Ordenou ao povo, que habitava em Jerusalém, provesse à manutenção dos sacerdotes e levitas, a fim de que estes pudessem consagrar-se à observância da Lei do Senhor. (II Crônicas 31, 4)
Vieram então Ezequias e seus chefes e, vendo esses montões, louvaram o Senhor e seu povo de Israel. (II Crônicas 31, 8)
O sumo sacerdote Azarias, da linhagem de Sadoc, respondeu-lhe: “Desde que começaram a trazer essas oferendas ao templo, temos comido à saciedade e delas nos restam muitas. O Senhor abençoou seu povo: eis tudo o que sobra”. (II Crônicas 31, 10)
Com ele está um braço de carne, conosco está o Senhor, nosso Deus, para nos auxiliar e combater conosco.” A estas palavras de Ezequias, rei de Judá, o povo recobrou confiança. (II Crônicas 32, 8)
Não sabeis o que fizemos, meus pais e eu, a todos os povos das outras terras? Puderam os deuses dessas nações salvar seus países de minha mão? (II Crônicas 32, 13)