Mosaico decorativo

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  • Mas Amã, filho de Amadates, o agagita, que gozava da consideração do rei, odiava Mardoqueu e seu povo por causa dos dois eunucos reais que tinham sido condenados à morte. (Ester 12, 6)

  • “Assuero, o grande rei, a seus vassalos, os sátrapas e os governadores das cento e vinte e sete províncias, da Índia até a Etiópia, manda o que se segue: (Ester 13, 1)

  • Tenho, pois, perguntado a meus conselheiros como isso se podia realizar e um deles, chamado Amã, superior a todos por sua sabedoria e fidelidade, que ocupa o primeiro lugar depois do rei, (Ester 13, 3)

  • me fez conhecer que há um povo mal-intencio­nado, disperso entre os outros povos do mundo, de costumes contrários aos dos outros, que despreza constantemente as ordens dos reis, a ponto de ameaçar a concórdia que reina em nosso império. (Ester 13, 4)

  • por essas razões, ordenamos que todos aqueles que vos são indicados pela carta de Amã (o homem que está à frente de nossos interesses e que nos é um segundo pai), sejam todos radicalmente exterminados, mesmo mulheres e crianças, pela espada de seus inimigos, sem nenhuma compaixão, nem clemência, no dia catorze do duodécimo mês, chamado de Adar, do presente ano. (Ester 13, 6)

  • Desse modo esse povo, nosso inimigo de outrora e de agora, lançado violentamente, num mesmo dia, na região dos mortos, deixará para o futuro prosperarem em paz nossos negócios.” O que segue encontrei (no texto grego) depois da passagem em que se lê: “Mardo­queu se retirou e fez o que Ester pedia” e não existe no texto hebraico nem em tradutor algum: (Ester 13, 7)

  • Conheceis tudo e sabeis que não foi nem por espírito de soberba, nem por presunção, nem por vanglória que recusei prostrar-me diante do orgulhoso Amã. (Ester 13, 12)

  • Todo o Israel clamava também ao Senhor, com todas as forças, porque tinham a morte diante dos olhos. (Ester 13, 18)

  • Lembrai-vos de nós, Senhor! Mani­festai-vos no dia da tribulação! Dai-nos coragem, Senhor, Rei dos deuses e domi­nador de todo principado! (Ester 14, 12)

  • Conhe­ceis a necessidade a que estou reduzida e como abomino a insígnia da dignidade que está sobre minha cabeça nos dias em que devo aparecer em público. Sim, eu a abomino como um pano manchado e não a levo nos dias de meu retiro. (Ester 14, 16)

  • Jamais, desde o dia de sua elevação até hoje, vossa serva não experimentou alegria a não ser em vós, Senhor, Deus de Abraão. (Ester 14, 18)

  • No terceiro dia, terminando sua prece, Ester despiu suas vestes de dor e revestiu suas vestiduras de cerimônia.* (Ester 15, 4)


"O Coração de Jesus não deixará cair no vazio a nossa oração se ela for plena de fé e de confiança." São Padre Pio de Pietrelcina