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(Feliz) também o eunuco cujas mãos não cometeram a iniquidade, que não teve pensamentos criminosos contra Deus, porque receberá uma recompensa de eleição devida à sua fidelidade, e uma sorte muito desejável no templo do Senhor, (Sabedoria 3, 14)
Todos os bens me vieram juntamente com ela, e inumeráveis riquezas estão nas suas mãos. (Sabedoria 7, 11)
e que na sua amizade há um perfeito prazer, e nas obras das suas mãos riquezas inexauríveis, que no assíduo comércio com ela se adquire a prudência, e uma grande glória na participação das suas palavras, eu procurava-a por todos os lados para a tomar por minha companhia. (Sabedoria 8, 18)
Mal compreendemos o que há na terra, e com trabalho encontramos o que temos ao alcance das nossas mãos. Quem pode, pois, descobrir as coisas do céu? (Sabedoria 9, 16)
e não o desamparou nas cadeias, até lhe depositar nas mãos o ceptro do reino, e o poder sobre os seus opressores, até declarar mentirosos os que o tinham difamado, e até lhe dar uma glória eterna. (Sabedoria 10, 14)
Foi ela que deu bom sucesso aos seus empreendimentos, por mãos dum santo profeta. (ver nota) (Sabedoria 11, 1)
A esses pais assassinos de seres indefesos, tu quiseste destruir pelas mãos de nossos pais, a fim de que esta terra, que é a mais estimada por ti, recebesse uma digna colónia de filhos de Deus. (Sabedoria 12, 6)
São desgraçados e fundam em coisa morta as suas esperanças, aqueles que chamaram deuses às obras das mãos dos homens, ao ouro e à prata, trabalhados com arte, às figuras de animais, ou a uma pedra inútil, obra de mão antiga. (Sabedoria 13, 10)
para o bom sucesso duma jornada, recorre aquele que não pode andar; (enfim) para seus negócios, suas empresas, e para o bom êxito de todas as suas obras, implora a quem nada pode fazer com as mãos. (Sabedoria 13, 19)
mas o ídolo, obra das mãos (do homem), é maldito, ele e o seu autor; este, porque de facto o fabricou, e aquele, porque, sendo uma coisa corruptível foi chamado deus. (Sabedoria 14, 8)
porque tomaram por deuses a todos os ídolos das nações, os quais não podem usar dos olhos para ver, nem do nariz para respirar, nem dos ouvidos para ouvir, nem dos dedos das mãos para palpar, eles, cujos pés não são capazes de andar. (Sabedoria 15, 15)
porque, sendo mortal, forma com as sua mãos iníquas uma obra morta, ele mesmo vale mais do que os objectos que adora, porque, ao menos, tem vida, e eles nunca a tiveram. (Sabedoria 15, 17)