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Suzana exclamou tristemente: “Que angústias me envolvem por todos os lados! Consentir? Eu seria condenada à morte! Recusar? Nem assim eu escaparia de vossas mãos! (Daniel 13, 22)
Confiando nesses homens, que eram anciãos e juízes do povo, condenaram Suzana à morte. (Daniel 13, 41)
Como a levassem para a morte, o Senhor suscitou o espírito íntegro de um adolescente chamado Daniel, (Daniel 13, 45)
que proclamou com vigor: “Sou inocente da morte dessa mulher!”. (Daniel 13, 46)
E eu o libertaria do poder da região dos mortos, iria isentá-lo da morte? Onde estão tuas calamidades, ó Morte? Região dos mortos, onde está o teu flagelo destruidor? Não vejo arrependimento.* (Oséias 13, 14)
Veio o capitão e o despertou: “Dorminhoco! Que estás fazendo aqui? Levanta-te e invoca o teu Deus, para ver se ele se lembra talvez de nós e nos livre da morte”. (Jonas 1, 6)
A palavra do Senhor foi dirigida pela segunda vez a Jonas nestes termos: (Jonas 3, 1)
Agora, Senhor, toma a minha alma, porque me é melhor a morte que a vida”.* (Jonas 4, 3)
Quando o sol se levantou, Deus fez soprar um vento ardente do Oriente, e o sol dardejou seus raios sobre a cabeça de Jonas, de forma que o profeta, desfalecido, desejou a morte, dizendo: “Prefiro a morte à vida”. (Jonas 4, 8)
O Senhor disse a Jonas: “Julgas que fazes bem em te irritares por causa de uma planta?”. Jonas respondeu: “Sim, tenho razão de me irar até a morte”. (Jonas 4, 9)
Sem dúvida, o vinho é traiçoeiro: o homem arrogante não tem repouso, dilata a goela como a voragem da habitação dos mortos, e se mostra tão insaciável como a morte; ele junta para si todas as nações, e engloba em si todos os povos.* (Habacuc 2, 5)
A palavra do Senhor foi dirigida pela segunda vez a Ageu no vigésimo quarto dia do mês, nestes termos: (Ageu 2, 20)