Mosaico decorativo

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  • “Aceitarás de minhas mãos estas sete ovelhinhas – respondeu Abraão – como testemunho de que eu cavei este poço.” (Gênesis 21, 30)

  • Por isso, deu-se àquele lugar o nome de Bersabeia; porque ambos ali tinham jurado.* (Gênesis 21, 31)

  • Foi assim que fize­ram aliança em Bersabeia. Depois disso, voltou Abimelec para a terra dos filisteus com Ficol, general do seu exército. (Gênesis 21, 32)

  • Abraão habitou muito tempo na terra dos filisteus. (Gênesis 21, 34)

  • Depois disso, Deus provou Abraão, e disse-lhe: “Abraão!”. “Eis-me aqui” – respondeu ele. (Gênesis 22, 1)

  • “Ficai aqui com o jumento – disse ele aos seus servos –. Eu e o menino vamos até lá mais adiante para adorar, e depois voltaremos a vós.” (Gênesis 22, 5)

  • Abraão tomou a lenha do holocausto e a pôs aos ombros de seu filho Isaac, levando ele mesmo nas mãos o fogo e a faca. E, enquanto os dois iam cami­nhando juntos, (Gênesis 22, 6)

  • “Deus, respondeu-lhe Abraão, providenciará ele mesmo uma ovelha para o holocausto, meu filho.” E ambos, juntos, continua­ram o seu caminho. (Gênesis 22, 8)

  • Quando chegaram ao lugar indicado por Deus, Abraão edificou um altar; colocou nele a lenha, e amarrou Isaac, seu fi­lho, e o pôs sobre o altar em cima da lenha. (Gênesis 22, 9)

  • Depois, estendendo a mão, tomou a faca para imolar o seu filho. (Gênesis 22, 10)

  • O anjo do Senhor, porém, gritou-lhe do céu: “Abraão! Abraão!”. “Eis-me aqui!” (Gênesis 22, 11)

  • “Não estendas a tua mão contra o menino, e não lhe faças nada. Agora sei que temes a Deus, pois não me recusaste teu próprio filho, teu filho único.” (Gênesis 22, 12)


"O Anjo de Deus não nos abandona jamais." São Padre Pio de Pietrelcina