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– tomo hoje como testemunha contra vós o céu e a terra – certamente não tardareis em desaparecer da terra cuja possessão ides tomar agora, depois de atravessado o Jordão. Não prolongareis nela os vossos dias, mas sereis exterminados. (Deuteronômio 4, 26)
O Senhor vos dispersará entre todos os povos, e restareis poucos entre as nações, para onde vos conduzir o Senhor. (Deuteronômio 4, 27)
Lá, adorareis deuses feitos pela mão do homem, deuses de madeira e de pedra, que não podem ver, nem ouvir, nem comer, nem sentir. (Deuteronômio 4, 28)
porque o Senhor é um Deus miserdtdioso. Ele não te quer abandonar nem te extinguir, e não se esquecerá da aliança que jurou aos teus pais. (Deuteronômio 4, 31)
Investiga os tempos que te precederam, desde o dia em que Deus criou o homem na terra. Pergunta se houve jamais, de uma extremidade dos céus à outra, uma coisa tão extraordinária como esta, e se jamais se ouviu coisa semelhante. (Deuteronômio 4, 32)
Houve, porventura, um povo que, como tu, tenha ouvido a voz de Deus falando do seio do fogo, sem perder a vida? (Deuteronômio 4, 33)
Algum deus terá jamais tentado escolher para si uma nação do meio de outra, por meio de provas e de sinais, de prodígios e de guerras, com mão poderosa e braço estendido, e de prodígios espantosos, como o Senhor, vosso Deus, fez por vós no Egito diante de vossos olhos? (Deuteronômio 4, 34)
Porque amou teus pais, e elegeu a sua posteridade depois deles, tirou-te do Egito com a força de seu poder, (Deuteronômio 4, 37)
despojando em teu favor povos mais numerosos e mais robustos do que tu, para introduzir-te em suas terras e dá-las a ti em herança, como estás vendo hoje. (Deuteronômio 4, 38)
Sabe, pois, agora, e grava em teu coração que o Senhor é Deus, e que não há outro lá em cima no céu, nem embaixo na terra. (Deuteronômio 4, 39)
Observa suas leis e seus mandamentos que hoje te prescrevo, para que sejas feliz, tu e teus filhos depois de ti, e prolongues teus dias para sempre na terra que te dá o Senhor, teu Deus.” (Deuteronômio 4, 40)
para que se refugiasse nelas o homicida que tivesse matado alguém por imprudência, sem ódio premeditado, e pudesse assim conservar a sua vida refugiando-se ali. (Deuteronômio 4, 42)