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E tudo isso gritaram em alta voz, em hebraico, para intimidar e assustar o povo de Jerusalém, que se encontrava na muralha, a fim de apoderar-se da cidade. (II Crônicas 32, 18)
Falavam do Deus de Jerusalém como dos deuses das nações pagãs que não passam de obras feitas pela mão do homem. (II Crônicas 32, 19)
Desse modo, o Senhor livrou Ezequias e os habitantes de Jerusalém da mão de Senaquerib e de todos os seus inimigos, protegendo-os contra todos os seus vizinhos. (II Crônicas 32, 22)
Muitos foram os que levaram a Jerusalém oferendas para o Senhor e ricos presentes para Ezequias, rei de Judá, que conquistou desde então um grande prestígio aos olhos das nações pagãs. (II Crônicas 32, 23)
Mas Ezequias não se mostrou reconhecido pelo benefício recebido, pois seu coração se ensoberbeceu e a ira do Senhor se inflamou contra ele, como também contra Judá e Jerusalém. (II Crônicas 32, 25)
Todavia, como ele se humilhou com os habitantes de Jerusalém, do orgulho de seu coração, não se desencadeou sobre ele a ira do Senhor durante sua vida. (II Crônicas 32, 26)
Ezequias adormeceu entre seus pais e foi sepultado na parte superior dos sepulcros dos filhos de Davi. Todo o Judá e os habitantes de Jerusalém lhe prestaram as honras fúnebres. Seu filho Manassés sucedeu-lhe no trono. (II Crônicas 32, 33)
Manassés tinha a idade de doze anos quando começou a reinar e reinou cinquenta e cinco anos em Jerusalém. (II Crônicas 33, 1)
Chegou até a edificar altares no Templo do Senhor, esse templo do qual tinha dito: “Meu nome residirá em Jerusalém para sempre”. (II Crônicas 33, 4)
Erigiu no templo o ídolo que mandou fazer, do qual Deus tinha dito a Davi e a seu filho Salomão: “Neste templo e na cidade de Jerusalém, que escolhi dentre todas as tribos de Israel, farei residir meu nome para sempre. (II Crônicas 33, 7)
Manassés arrastou Judá e os habitantes de Jerusalém a exceder em malícia todas as nações que o Senhor tinha aniquilado diante dos israelitas. (II Crônicas 33, 9)
Ele dirigiu-lhe uma prece e o Senhor ouviu sua oração, reconduzindo-o a Jerusalém sobre seu trono. Manassés reconheceu desse modo que o Senhor era verdadeiramente Deus. (II Crônicas 33, 13)