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Quanto a ouro para a ourivesaria, prata para a prataria e para todo o trabalho dos artífices, quem quer, ainda hoje, oferecer espontaneamente donativos ao Senhor?”. (I Crônicas 29, 5)
Deram, para o serviço do templo, cinco mil talentos de ouro, dez mil dáricos, dez mil talentos de prata, dezoito mil talentos de bronze e cem mil talentos de ferro.* (I Crônicas 29, 7)
Graças a ele, a prata e o ouro tornaram-se em Jerusalém tão comuns como pedras e os cedros tão numerosos como os sicômoros da planície. (II Crônicas 1, 15)
Importavam do Egito uma parelha completa por seiscentos siclos de prata; e um cavalo por cento e cinquenta. Assim, da mesma maneira, faziam vir para os reis dos hititas e para os da Síria. (II Crônicas 1, 17)
Digna-te, portanto, enviar-me um homem experiente no trabalho do ouro, da prata, do bronze, do ferro, da púrpura azul e violeta, um homem que entenda suficientemente de escultura para dirigir os artífices de Judá e de Jerusalém, que meu pai Davi reuniu junto de mim. (II Crônicas 2, 6)
filho de uma mulher da tribo de Dã e de um pai tírio. Ele sabe trabalhar em ouro, em prata, em bronze, em ferro, em madeira, em púrpura azul e violeta, em linho fino e em carmesim; ele sabe fazer todas as espécies de esculturas e elabora todo plano que se lhe confie. Trabalhará ele com teus artífices e com os de meu senhor Davi, teu pai. (II Crônicas 2, 13)
Terminou-se, dessa maneira, tudo o que Salomão tinha mandado realizar para o Templo do Senhor. Para aí, então, mandou transportar tudo o que Davi, seu pai, tinha consagrado, a prata, o ouro e todos os utensílios e pôs tudo nos tesouros da casa de Deus. (II Crônicas 5, 1)
além do que lhe traziam os mercadores e “comerciantes”. Todos os reis da Arábia, como os governadores locais, traziam a Salomão um tributo de ouro e prata. (II Crônicas 9, 14)
Todas as taças do rei Salomão eram feitas de ouro e todo o vasilhame do palácio do Bosque do Líbano era de ouro puro. Isso porque no tempo de Salomão a prata não tinha valor. (II Crônicas 9, 20)
Pois o rei tinha navios que iam a Társis com os servos de Hiram. Cada três anos a frota voltava de Társis, carregada de ouro, prata, marfim, macacos e pavões. (II Crônicas 9, 21)
Cada um lhe trazia anualmente seu presente: objetos de prata, objetos de ouro, vestimentas, armas, aromas, cavalos e mulas. (II Crônicas 9, 24)
Graças a ele, a prata tornou-se, em Jerusalém, tão comum como as pedras e os cedros tão numerosos como os sicômoros da planície. (II Crônicas 9, 27)