Mosaico decorativo

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  • Que o Senhor nos dê força e ilumine os nossos olhos para que vivamos à sombra de Nabucodonosor, rei da Babilônia, e de seu filho Baltazar, e que a eles sirvamos por longos dias e gozemos de seus favores.* (Baruc 1, 12)

  • Rogai também ao Se­­nhor, nosso Deus, por nós, porque pecamos contra ele, e a sua cólera ainda não se desviou de nós. (Baruc 1, 13)

  • Seguindo cada um de nós as inclinações perversas do coração, servimos a deuses estranhos e praticamos o mal ante os olhos do Senhor, nosso Deus. (Baruc 1, 22)

  • E nós não tentamos abrandar a cólera do Senhor contra nós, renuncian­do aos pensamentos perversos de nosso co­ração. (Baruc 2, 8)

  • Dignai-vos desviar de nós a vossa cólera, porque não passamos de uns poucos restantes entre as nações pelas quais nos dispersastes!* (Baruc 2, 13)

  • Atendei, Senhor, à nossa prece suplicante e, por vosso amor, salvai-nos. Fazei-nos encontrar perdão ante os olhos daqueles que nos deportaram, (Baruc 2, 14)

  • Lançai, Senhor, o vosso olhar sobre nós lá do alto de vossa morada santa e atendei à nossa voz. Inclinai vossos ouvidos, Senhor, a fim de nos ouvir. (Baruc 2, 16)

  • Abri os vossos olhos, e volvei-os sobre nós! Não são os mortos das moradas subterrâneas, cujo sopro se lhes desprendeu das entranhas, que rendem glória ao Senhor, e louvam sua justiça, (Baruc 2, 17)

  • e sim a alma viva, por mais acabrunhada que esteja de tristeza, aquele que caminha curvado e esfalfado, o olhar desfalecido, e a alma a penar de fome – estes vos rendem glória e louvam a vossa justiça, ó Senhor.* (Baruc 2, 18)

  • Pois (é com razão) que desencadeastes sobre nós a vossa cólera e furor, como o predissestes por intermédio dos profetas, vossos servos. (Baruc 2, 20)

  • Olhai! Aqui vivemos em um exílio, para onde nos dispersastes, a fim de sermos objeto de opróbrio, de insultos e maldições, e para carregarmos o peso das culpas de nossos pais, que haviam abandonado o Senhor, nosso Deus. (Baruc 3, 8)

  • Donde vem, Israel, donde vem, que te encontras em terra inimiga, que definhas em solo estranho, passas por imundo, qual cadáver, (Baruc 3, 10)


"Que Jesus reine sempre soberano no seu coração." São Padre Pio de Pietrelcina