Löydetty 6471 Tulokset: RAM
No dia seguinte, os dois anciãos, cheios de criminosas intenções contra a vida de Suzana, vieram à reunião que se realizava em casa de Joaquin, marido dela. (Daniel 13, 28)
Disseram, diante da assembleia: “Mandem buscar Suzana, filha de Helcias, a mulher de Joaquin!”. Foram-na buscar, (Daniel 13, 29)
Os dois anciãos levantaram-se à vista de todos, e pousaram a mão sobre sua cabeça, (Daniel 13, 34)
Os anciãos disseram então: “Quando passeávamos pelo jardim, ela entrou com duas servas; depois fechou a porta e mandou embora suas acompanhantes. (Daniel 13, 36)
Confiando nesses homens, que eram anciãos e juízes do povo, condenaram Suzana à morte. (Daniel 13, 41)
sabeis que isso é um falso testemunho que levantaram contra mim. Vou morrer, sem nada ter feito do que maldosamente inventaram de mim”. (Daniel 13, 43)
Todo mundo virou-se para ele: “O que significa isso?” – perguntaram-lhe. (Daniel 13, 47)
O povo apressou-se em voltar. Os anciãos disseram a Daniel: “Vem sentar conosco e esclarece-nos, pois Deus te deu o privilégio da velhice!”. (Daniel 13, 50)
“Separai-os um do outro” – exclamou Daniel –, “e eu os julgarei.” Foram separados. (Daniel 13, 51)
Afastaram o homem. Daniel mandou vir o outro e disse-lhe: “Filho de Canaã! Tu não és judeu: foi a beleza que te seduziu, e a concupiscência que te perverteu. (Daniel 13, 56)
De acordo com a Lei de Moisés, aplicaram o tratamento que tinham querido infligir ao seu próximo: foram mortos. Assim, naquele dia, foi poupada uma vida inocente. (Daniel 13, 62)
Helcias e sua mulher louvaram a Deus por sua filha Suzana, com Joaquin, seu marido, e todos os seus parentes, pois nada de desonesto havia sido encontrado em seu proceder. (Daniel 13, 63)