Löydetty 1806 Tulokset: Povo Escolhido
Quando deixou o povo e entrou em casa, os seus discípulos perguntaram-lhe acerca da parábola. (São Marcos 7, 17)
Jesus tomou-o à parte dentre o povo, pôs-lhe os dedos nos ouvidos e tocou-lhe a língua com saliva. (São Marcos 7, 33)
“Tenho compaixão deste povo. Já há três dias perseveram comigo e não têm o que comer. (São Marcos 8, 2)
Mandou então que o povo se assentasse no chão. Tomando os sete pães, deu graças, partiu-os e entregou-os a seus discípulos, para que os distribuíssem e eles os distribuíram ao povo. (São Marcos 8, 6)
Todo aquele povo, vendo de surpresa Jesus, acorreu a ele para saudá-lo. (São Marcos 9, 15)
Vendo Jesus que o povo afluía, intimou o espírito imundo e disse-lhe: “Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: sai deste menino e não tornes a entrar nele”. (São Marcos 9, 25)
Os príncipes dos sacerdotes e os escribas ouviram-no e procuravam um modo de o matar. Temiam-no, porque todo o povo se admirava da sua doutrina. (São Marcos 11, 18)
Se, ao contrário, dissermos: Dos homens, tememos o povo”. Com efeito, tinham medo do povo, porque todos julgavam ser João deveras um profeta. (São Marcos 11, 32)
Procuravam prendê-lo, mas temiam o povo; porque tinham entendido que a respeito deles dissera esta parábola. E, deixando-o, retiraram-se.* (= Mt 22,15-22 = Lc 20,20-26) (São Marcos 12, 12)
Jesus sentou-se defronte do cofre de esmola e observava como o povo deitava dinheiro nele; muitos ricos depositavam grandes quantias. (São Marcos 12, 41)
“Mas não durante a festa” – diziam eles – “para não haver talvez algum tumulto entre o povo.” (= Mt 26,6-13 = Jo 12,1-8) (São Marcos 14, 2)
O povo que tinha subido começou a pedir-lhe aquilo que sempre lhes costumava conceder. (São Marcos 15, 8)