Mosaico decorativo

Löydetty 16712 Tulokset: Pó

  • Portanto, se a nossa injustiça real­ça a justiça de Deus, que diremos então? Para falar como os homens: não é injusto Deus quando descarrega a sua cólera? (Romanos 3, 5)

  • Mas, se a verdade de Deus brilha ainda mais para a sua glória por minha mentira, por que serei eu ainda julgado pecador? (Romanos 3, 7)

  • Então, por que não faríamos o mal para que dele venha o bem, expressão que os caluniadores, falsamente, nos atribuem? É justo que estes tais sejam condenados. (Romanos 3, 8)

  • E então? Avantajamo-nos a eles? De maneira alguma. Pois já demonstramos que judeus e gregos estão todos sob o domínio do pecado, como está escrito: (Romanos 3, 9)

  • Porquanto pela obser­vância da Lei nenhum homem será justificado diante dele, porque a Lei se limita a dar o conhecimento do pecado. (Romanos 3, 20)

  • Esta é a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo, para todos os fiéis (pois não há distinção; (Romanos 3, 22)

  • e são justificados gratuitamente por sua graça; tal é a obra da redenção, realizada em Jesus Cristo. (Romanos 3, 24)

  • Deus o destinou para ser, pelo seu sangue, vítima de propiciação mediante a fé. Assim, ele manifesta a sua justiça; porque no tempo de sua paciência, ele havia deixado sem castigo os pecados anteriores.* (Romanos 3, 25)

  • Assim, digo eu, ele manifesta a sua justiça no tempo presente, exercendo a justiça e justificando aquele que tem fé em Jesus. (Romanos 3, 26)

  • Onde está, portanto, o motivo de se gloriar? Foi eliminado. Por qual Lei? Pela das obras? Não, mas pela Lei da fé.* (Romanos 3, 27)

  • Porque julgamos que o homem é justificado pela fé, sem as observâncias da lei. (Romanos 3, 28)

  • Porque não há mais que um só Deus, o qual justificará pela fé os circuncisos e, também pela fé, os incircuncisos. (Romanos 3, 30)


"Deus quer que as suas misérias sejam o trono da Sua misericórdia." São Padre Pio de Pietrelcina