Mosaico decorativo

Löydetty 16712 Tulokset: Pó

  • Desde muito tempo ninguém havia comido nada. Paulo levantou-se no meio deles e disse: “Amigos, deveras devíeis ter-me atendido e não ter saído de Creta, e assim evitar esse perigo e essas perdas. (Atos dos Apóstolos 27, 21)

  • Agora, porém, vos admoesto a que tenhais coragem, pois não perecerá nenhum de vós, mas somente o navio. (Atos dos Apóstolos 27, 22)

  • Por isso, amigos, coragem! Eu confio em Deus que há de acontecer como me foi dito. (Atos dos Apóstolos 27, 25)

  • Então, atirando a sonda, perceberam que a profundidade era de vinte braças. Depois, um pouco mais adiante, viram que era de quinze braças. (Atos dos Apóstolos 27, 28)

  • Temendo que déssemos em algum recife, lançaram quatro âncoras da popa, esperando ansiosos que amanhecesse o dia. (Atos dos Apóstolos 27, 29)

  • Paulo disse ao centurião e aos soldados: “Se estes homens não permanecerem no navio, não podereis salvar-vos”. (Atos dos Apóstolos 27, 31)

  • Rogo-vos que comais alguma coisa, no interes­se de vossa vida, porque nem um cabelo da cabeça de alguém de vós perecerá”. (Atos dos Apóstolos 27, 34)

  • Tendo dito isso, tomou do pão, pronunciou uma bênção na presença de todos e, depois de parti-lo, começou a comer.* (Atos dos Apóstolos 27, 35)

  • Depois de terem comido à vontade, aliviaram o navio, atirando o trigo ao mar. (Atos dos Apóstolos 27, 38)

  • Levantaram as âncoras e largaram ao mesmo tempo as amarras dos lemes. Desfraldaram ao vento a vela mestra e rumaram para a praia. (Atos dos Apóstolos 27, 40)

  • Mas deram numa língua de terra, e o navio encalhou aí. A proa, encalha­da, permanecia imóvel, ao mesmo tempo que a popa se abria com a força do mar. (Atos dos Apóstolos 27, 41)

  • Os soldados tencionavam matar os presos, por temerem que algum deles fugisse a nado. (Atos dos Apóstolos 27, 42)


"Para mim, Deus está sempre fixo na minha mente e estampado no meu coração." São Padre Pio de Pietrelcina