Löydetty 777 Tulokset: Gad
Dize-lhe: eis o que diz o Senhor Javé: A grande águia de grandes asas, de larga envergadura, toda coberta de plumagem malhada, veio do Líbano. E tirou a copa de um cedro, (Ezequiel 17, 3)
Tua mãe se assemelhava a uma vinha plantada à margem da torrente, carregada de frutos e de folhas, devido à abundância das águas.* (Ezequiel 19, 10)
porque o rei da Babilônia se detém na encruzilhada do caminho, à frente dos dois caminhos, para consultar à sorte: ele agita as flechas, interroga os ídolos domésticos, examina o fígado das vítimas.* (Ezequiel 21, 26)
E, por isso, eis o que diz o Senhor Javé: uma vez que trazeis à memória os vossos delitos, manifestando as vossas faltas, revelando os vossos pecados em todos os vossos atos, já que vos recordais, sereis castigados.* (Ezequiel 21, 29)
Quanto a ti, príncipe de Israel, vil e ímpio, cujo dia é chegado com o término da iniquidade,* (Ezequiel 21, 30)
enquanto te entregas a visões mentirosas e a oráculos enganadores, para pô-la na garganta dos cadáveres dos ímpios, cujo dia é chegado com o fim da iniquidade. (Ezequiel 21, 34)
Sou eu, o Senhor, que o digo: isso sucederá, eu farei isso sem hesitação, sem piedade, sem remorso. Serás julgada de acordo com o teu comportamento e os teus atos – oráculo do Senhor Javé”. (Ezequiel 24, 14)
de objetos de luxo, mantos de púrpura ou bordados, tecidos de variegadas cores, sólidas cordas trançadas, que serviam de objeto de troca. (Ezequiel 27, 24)
Tuas riquezas, teus víveres, teus produtos, teus marinheiros e pilotos e consertadores de navios e corretores, todos os guerreiros que possuías contigo, e a multidão que tinhas a bordo foram tragados pelo mar no dia do teu naufrágio. (Ezequiel 27, 27)
Porque está próximo o dia, está próximo o dia do Senhor, dia carregado de nuvens, dia marcado para as nações. (Ezequiel 30, 3)
“Filho do homem, quebrei o braço do faraó, rei do Egito, e ninguém o procurou para curar, ninguém lhe pôs ligadura para lhe dar força de manejar a espada.* (Ezequiel 30, 21)
Tudo isso a fim de que nenhuma árvore que cresce à borda das águas tenha orgulho de sua altura, e não eleve o cimo até as nuvens, e que nenhuma árvore bem regada pelas águas confie em sua estatura. Porque todas serão entregues à morte, às moradas subterrâneas, em companhia do comum dos mortais que desce à fossa. (Ezequiel 31, 14)