Löydetty 2179 Tulokset: Dor
Passei então à meditação da sabedoria, da loucura e da tolice. Qual é o homem, designado desde muito tempo, que virá depois do rei?* (Eclesiastes 2, 12)
Cheguei à conclusão de que a sabedoria leva vantagem sobre a loucura, como a luz leva vantagem sobre as trevas. (Eclesiastes 2, 13)
Por isso, disse comigo mesmo: “A minha sorte será a mesma que a do insensato. Então, para que me serve toda a minha sabedoria?”. E concluí comigo mesmo que tudo isso é ainda ilusão.* (Eclesiastes 2, 15)
E quem sabe se ele será sábio ou insensato? Contudo, é ele quem disporá de todo o fruto dos meus trabalhos que debaixo do sol me custaram fadiga e sabedoria. Também isso é fugaz. (Eclesiastes 2, 19)
Porque há homem que trabalha com sabedoria, ciência e bom êxito, para deixar o fruto de seu ganho a outro que em nada colaborou. Também isso é ilusão e grande desgraça. (Eclesiastes 2, 21)
Todos os seus dias são apenas dores, seus trabalhos, apenas tristezas; mesmo durante a noite ele não goza de descanso. Isso é ainda vaidade. (Eclesiastes 2, 23)
pois, quem come e bebe senão graças a ele? Àquele que lhe é agradável Deus dá sabedoria, ciência e alegria; ao passo que ao pecador ele dá a tarefa de juntar e acumular bens, que depois passará a quem lhe agradar. Isso é ainda fugaz e vento que passa.* (Eclesiastes 2, 25)
Que proveito tira o trabalhador de sua obra? (Eclesiastes 3, 9)
Da mesma forma, se dormirem dois juntos, aquecem-se; mas um homem só, como se há de aquecer? (Eclesiastes 4, 11)
Quando abundam os bens, numerosos são aqueles que comem. Que vantagem há para os seus possuidores, senão ver como se comportam?* (Eclesiastes 5, 10)
Doce é o sono do trabalhador, tenha ele pouco ou muito para comer; mas a abundância do rico o impede de dormir. (Eclesiastes 5, 11)
Vi uma dolorosa miséria debaixo do sol: as riquezas que um possuidor guarda para sua própria desgraça. (Eclesiastes 5, 12)