Löydetty 1540 Tulokset: Céu
Céus, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente! (Daniel 3, 58)
Águas e tudo o que está sobre os céus, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente! (Daniel 3, 60)
Estrelas dos céus, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente! (Daniel 3, 63)
Pássaros todos do céu, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente! (Daniel 3, 80)
Pareceu-me bom fazer-vos conhecer os milagres e prodígios que o Deus Altíssimo operou em mim. (Daniel 3, 99)
Essa árvore cresceu, era vigorosa. O cimo tocava o céu, era avistada até nos confins da terra. (Daniel 4, 8)
Sua folhagem era bela, e seus abundantes frutos forneciam a todos o que comer. À sua sombra abrigavam-se os animais terrestres, nos seus ramos permaneciam os pássaros do céu e toda criatura tirava dela seu sustento! (Daniel 4, 9)
Nas visões de meu espírito, quando no meu leito, vi (também) um santo vigilante que descia do céu,* (Daniel 4, 10)
Entretanto, deixai permanecer na terra o tronco e as raízes, mas atados por correntes de ferro e de bronze. Que seja molhado pelo orvalho do céu e tenha seu quinhão de erva com os animais terrestres.* (Daniel 4, 12)
Então, Daniel (cognominado Baltazar) permaneceu alguns instantes perdido no tumulto de seus pensamentos, e o rei prosseguiu: “Baltazar, este sonho e sua significação não devem perturbar-te!”. “Meu senhor” – replicou Daniel –, “possa o sonho ser para teus inimigos, e sua significação para teus adversários!* (Daniel 4, 16)
A árvore que viste crescer e tornar-se bela, cujo cimo tocava o céu e era avistada dos confins da terra, (Daniel 4, 17)
esta árvore de bela folhagem, de frutos abundantes que a todos dava o que comer, sob a qual viviam os animais terrestres, e em cujos ramos abrigavam-se os pássaros do céu, (Daniel 4, 18)