Löydetty 2774 Tulokset: Amã
Ela subiu, colocou o menino na cama do homem de Deus, fechou a porta e saiu. (II Reis 4, 21)
Mas chegando junto do homem de Deus na montanha, pegou-lhe os pés. Giezi aproximou-se para afastá-la, mas o homem de Deus disse-lhe: “Deixa-a; sua alma está cheia de amargura e o Senhor me oculta o motivo, nada me revelou”.* (II Reis 4, 27)
Eliseu entrou na casa, onde estava o menino morto em cima da cama. (II Reis 4, 32)
Depois, subiu à cama, deitou-se em cima do menino, colocou seus olhos sobre os olhos dele, suas mãos sobre as mãos dele e enquanto estava assim estendido, o corpo do menino aqueceu-se. (II Reis 4, 34)
Eliseu chamou Giezi e disse-lhe: “Chama a sunamita”. Ele a chamou. Ela entrou e Eliseu disse-lhe: “Toma o teu filho”. (II Reis 4, 36)
Naamã, general do exército do rei da Síria, gozava de grande prestígio diante de seu amo e era muito considerado, porque, por meio dele, o Senhor salvou a Síria. Era um homem valente, mas leproso. (II Reis 5, 1)
Ora, tendo os sírios feito uma incursão no território de Israel, levaram consigo uma jovem, a qual ficou a serviço da mulher de Naamã. (II Reis 5, 2)
Ela disse à sua senhora: “Ah, se meu amo fosse ter com o profeta que reside em Samaria, ele o curaria da lepra!”. (II Reis 5, 3)
Ouvindo isso, Naamã foi e contou ao seu soberano o que dissera a jovem israelita. (II Reis 5, 4)
O rei da Síria respondeu-lhe: “Vai, que eu enviarei uma carta ao rei de Israel”. Naamã partiu com dez talentos de prata, seis mil siclos de ouro e dez vestes de festa. (II Reis 5, 5)
Levou ao rei de Israel uma carta concebida nestes termos: “Ao receberes esta carta, saberás que te mando Naamã, meu servo, para que o cures da lepra”. (II Reis 5, 6)
Naamã veio com seu carro e seus cavalos e parou à porta de Eliseu. (II Reis 5, 9)