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não atendemos aos teus preceitos, não os observámos, não os praticámos, como nos tinhas ordenado, para que fôssemos, felizes. (Daniel 3, 30)
Não nos abandones para sempre, por amor do teu nome, não destruas a tua aliança (com Israel); (Daniel 3, 34)
como se trouxéssemos holocaustos de carneiros e de touros, como se te oferecêssemos milhares de cordeiros gordos; seja assim (aceite) o nosso sacrifício, hoje, diante de ti, seja (considerado) perfeito, porque jamais são confundidos aqueles que em ti confiam. (Daniel 3, 40)
Tu és bem-dito, Senhor Deus de nossos pais, digno de ser louvado e exaltado para sempre. Bem-dito é o teu nome santo e glorioso, digno de todo o louvor e exaltação para sempre. (Daniel 3, 52)
Ao que ele replicou: Contudo eu vejo quatro homens soltos, passeando no meio do fogo, sem sofrer mal algum; o aspecto do quarto é semelhante ao dum filho dos deuses. (Daniel 3, 92)
Por esta causa publiquei um decreto para que viessem à minha presença todos os sábios de Babilônia, a fim de me darem a explicação do meu sonho. (Daniel 4, 3)
O seu coração não seja mais um coração de homem, dê-se-lhe um coração de animal, e passem (permanecendo ele neste estado) sete tempos por cima dele. (Daniel 4, 13)
Estando, pois, já cheio de vinho, mandou que lhe trouxessem os vasos de ouro e de prata, que Nabucodonosor, seu pai, tinha transportado do templo de Jerusalém, para beberem por eles o rei e os seus grandes, as suas mulheres e concubinas. (Daniel 5, 2)
O rei clamou em alta voz que fizessem vir os magos, os Caldeus e os adivinhos. Tomando a palavra disse aos sábios de Babilônia: Todo o que ler esta escritura e me der a sua interpretação, será vestido de púrpura, trará um colar de ouro ao pescoço e será o terceiro no meu reino. (Daniel 5, 7)
No teu reino há um homem que tem em si o espírito dos deuses santos; no tempo de teu pai, manifestaram-se nele uma luz, uma inteligência e uma sabedoria semelhantes à sabedoria dos deuses. Por isso, o rei Nabucodonosor, teu pai, o constituiu chefe dos magos, dos encantadores, dos Caldeus e dos adivinhos, (Daniel 5, 11)
Foi expulso do meio dos filhos dos homens, o seu coração ficou semelhante ao dos brutos, e a sua habitação era com os asnos selvagens ; comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado com o orvalho do céu, até que reconheceu que o Altíssimo tem um poder soberano sobre a realeza dos homens, e que eleva a ela quem lhe apraz. (Daniel 5, 21)
Sobre eles constituíu três chefes dos quais Daniel era um, a fim de que estes sátrapas lhes dessem conta dos negócios, para que o rei não fosse lesado. (Daniel 6, 2)