Mosaico decorativo

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  • Houve uma grande fome em Samaria, e o cerco durou tanto que se chegou a vender a cabeça de um jumento por oitenta moedas de prata, e a quarta parte dum cab de esterco de pombas por cinco moedas de prata. (II Reis 6, 25)

  • Ele disse: Se o Senhor não te salva, como posso eu salvar-te? Com trigo da eira, ou vinho do lagar? E o re i acrescentou: Que é que tu queres? Ela respondeu: (II Reis 6, 27)

  • Cozemos, pois, o meu filho, e comemo-lo. Ao outro dia disse-lhe eu: Dá o teu filho para o comermos. E ela escondeu o seu filho. (II Reis 6, 29)

  • O rei, tendo ouvido isto, rasgou os seus vestidos; como ia passando pelo muro, todo o povo viu o cilício que ele levava vestido interiormente sobre a carne. (II Reis 6, 30)

  • Eliseu estava sentado em sua caso, e estavam sentados com ele os anciães. Mandou, pois, (o rei) um homem, mas antes que este mensageiro chegasse (Eliseu) disse aos anciães: Não sabeis que este filho do homicida (Acab) mandou cortar-me a cabeça? Tende pois cuidado; quando o mensageiro chegar, fechai a porta, e não o deixeis entrar, porque eis que eu ouço o ruído dos passos do seu senhor, que vem após ele. (II Reis 6, 32)

  • Eliseu disse: Ouvi a palavra do Senhor: Eis o que diz o Senhor: Amanhã, a esta hora, dar-se-á uma medida de flor de farinha por siclo, e por um siclo se darão duas medidas de cevada, à porta de Samaria. (II Reis 7, 1)

  • Respondendo um dos capitães, a cujo braço o rei estava encostado, ao homem de Deus, disse: Quando o Senhor abrir janelas no céu, (para chover trigo) poderá acaso ser o que tu dizes? Eliseu respondeu: Tu o verás com os teus olhos, mas não comerás dele. (II Reis 7, 2)

  • Ora estavam quatro homens leprosos à entrada da porta, os quais disseram entre si: Para que estamos nós aqui até morrermos? (II Reis 7, 3)

  • Se quisermos entrar na cidade, morreremos de fome; se ficarmos aqui, morreremos também. Vamo-nos, pois, e passemo-nos para o acampamento dos Sírios. Se eles se compadecerem de nós, viveremos; se nos quiserem matar, sem dúvida morreremos. (II Reis 7, 4)

  • Partiram, pois, ao anoitecer, para o acampamento dos Sírios, mas, tendo chegado à entrada do acampamento, não encontraram ali ninguém. (II Reis 7, 5)

  • Com efeito, o Senhor tinha feito ouvir no campo dos Sírios um estrondo de carros, de cavalos e dum exército muito numeroso, de forma que os Sírios disseram entre si: Sem dúvida, o rei de Israel mandou assoldadar contra nós os reis dos Heteus e dos Egípcios, e ei-los aí vêm sobre nós. (II Reis 7, 6)

  • Levantaram-se, pois, e fugiram de noite, deixando no acampamento as suas tendas, os seus cavalos e jumentos, e cuidando sòmente em salvar as suas vidas. (II Reis 7, 7)


"Deus quer que as suas misérias sejam o trono da Sua misericórdia." São Padre Pio de Pietrelcina