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Goza dos bens no dia bom, reflecte no dia mau, porque Deus, assim como fez este, assim também fez aquele de forma que o homem não descubra o que há-de acontecer. (Eclesiastes 7, 15)
Não há homem justo sobre a terra, que faça o bem e que não peque. (Eclesiastes 7, 21)
O que eu únicamente achei foi que Deus criou o homem recto, e que ele mesmo se meteu em infinitas questões (e perigos). Quem é como o sábio? E quem conhece a explicação das coisas? (Eclesiastes 7, 30)
A sabedoria do homem reluz no seu rosto, e suaviza a rudeza da sua face. (Eclesiastes 8, 1)
Todas as coisas têm o seu tempo e o seu julgamento, e é grande a aflição que pesa sobre o homem, (Eclesiastes 8, 6)
Não está na mão do homem reter o seu espírito (vital), nem tem poder sobre o dia da morte, nem se lhe dão tréguas na guerra que o ameaça, nem ao ímpio o salvará dela a sua impiedade. (Eclesiastes 8, 8)
Todas estas coisas considerei, aplicando o meu coração a meditar todas as obras que se fazem debaixo do sol, num tempo em que um homem domina outro homem para desgraça dele. (Eclesiastes 8, 9)
Portanto louvei a alegria (do justo), visto não ter o homem debaixo do sol outro bem, senão comer, beber e alegrar-se; é isto que o acompanha no seu trabalho, durante os dias de vida, que Deus lhe dá debaixo do sol. (ver nota) (Eclesiastes 8, 15)
vi todas as obras de Deus (e notei) que o homem não pode descobrir as obras que se fazem debaixo do sol. Por mais que o homem se afadigue a procurar, não encontra; até o sábio, se pretender conhecer, não conseguirá descobrir. (Eclesiastes 8, 17)
Resolvi todas estas coisas no meu coração, para diligentemente as entender: os justos e sábios, com as suas obras, estão na mão de Deus; o homem não sabe se é dígno de amor, se de ódio: tudo está diante deles, (Eclesiastes 9, 1)
O homem não sabe que fim será o seu: como os peixes são apanhados no anzol, e as aves caem no laço, assim os homens são surpreendidos pela adversidade, quando ela der sobre eles de improviso. (Eclesiastes 9, 12)
Ora encontrava-se nela um homem pobre e sábio que livrou a cidade pela sua sabedoria. E ninguém depois disto se lembrou mais daquele homem pobre. (Eclesiastes 9, 15)