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“Ouço o que me dizeis” – respondeu Jeremias – “e o que desejais vou solicitar ao Senhor, vosso Deus. O que me disser o Senhor vo-lo transmitirei fielmente.” (Jeremias 42, 4)
Eis o que vos diz o Senhor, sobreviventes de Judá: Não entreis no Egito, e sabei que hoje vos dou solene aviso. (Jeremias 42, 19)
E destruirá os obeliscos do templo do Sol, no Egito, e entregará às chamas todos os templos dos seus deuses”. (Jeremias 43, 13)
Não tendo o Senhor podido suportar mais tempo a maldade de vossos atos e abominações, foi nossa terra reduzida ao estado de solidão, devastada e amaldiçoada, onde ninguém mais habita, como hoje se apresenta. (Jeremias 44, 22)
Desce de tua glória, assenta-te no solo ressecado, filha de Dibon, que moras neste lugar, porque o devastador de Moab sobe contra ti, para destruir tuas muralhas. (Jeremias 48, 18)
juro-o por mim mesmo – oráculo do Senhor. Será Bosra objeto de pasmo e de opróbrio, uma solidão maldita; e suas cidades serão eterna ruína”. (Jeremias 49, 13)
Hasor se tornará guarida de chacais, eterna solidão onde ninguém mais habitará, e onde doravante nenhum ser humano permanecerá. (Jeremias 49, 33)
Ficará coberta de confusão a vossa mãe. Aquela que vos gerou corará de vergonha; ela é colocada no último lugar das nações, porque não é senão deserto, desolado e pantanoso. (Jeremias 50, 12)
Priva-a de seus habitantes a cólera do Senhor, ficando reduzida a um estado de solidão. Quem passar pela Babilônia e lhe contemplar a queda assobiará de pasmo. (Jeremias 50, 13)
É contra ti que me volto, ó insolente – oráculo do Senhor Javé dos exércitos –, chegou o teu dia, o tempo do teu castigo. (Jeremias 50, 31)
A insolente se atordoará, e cairá sem que ninguém mais a levante. Eu lhe lançarei fogo nas suas cidades, e tudo em volta será devorado. (Jeremias 50, 32)
Ao som de sua voz acumularam-se as águas nos céus; dos confins da terra faz subirem as nuvens, resolve em chuvas os relâmpagos, e de seus reservatórios tira os ventos. (Jeremias 51, 16)