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Em todos os dias de sua vida e muitos anos depois de sua morte, não houve quem perturbasse a paz de Israel. (Judite 16, 26)
O aniversário de sua vitória foi posto pelos hebreus no número dos dias santos e ainda hoje é celebrado pelos judeus.* (Judite 16, 27)
Naqueles dias em que ele ocupava o trono real, que está na fortaleza de Susa, sua capital, (Ester 1, 2)
para fazer manifestação da riqueza e do esplendor de seu reino, da rara magnificência de sua grandeza, durante um tempo considerável, de cento e oitenta dias. (Ester 1, 4)
Passados esses dias, o rei deu um banquete a toda a população que se encontrava na fortaleza de Susa, desde o maior até o menor, durante sete dias, sobre a esplanada do palácio real. (Ester 1, 5)
Toda jovem começava por sujeitar-se, durante doze meses, à lei das mulheres. Nesse período se purificavam durante seis meses com óleo de mirra, e nos outros seis meses com cosméticos e bálsamos em uso entre as mulheres. (Ester 2, 12)
E como lhe repetissem isso todos os dias, sem que ele fizesse conta, denunciaram-no a Amã, para ver se Mardoqueu persistiria em sua resolução, pois ele lhes havia dito que era judeu. (Ester 3, 4)
“Todos os servos do rei e o povo de suas províncias sabem bem que, para quem quer que seja, homem ou mulher, que penetrar sem ser chamado na câmara interior do palácio, há uma lei real condenando-o à morte, exceção feita somente àquele para o qual o rei estender seu cetro de ouro, conservando-lhe a vida. E eis que são já trinta dias que não sou chamada à presença do rei”. (Ester 4, 11)
“Vai reunir todos os judeus de Susa. Jejuai por mim sem comer nem beber durante três dias e três noites. Eu e minhas servas também jejuaremos. Depois disso, apesar da lei, irei ter com o rei. Se for preciso morrer, morrerei”.* (Ester 4, 16)
Três dias depois, Ester vestiu seus trajes de rainha e se apresentou na câmara interior do palácio, diante do aposento real. O rei estava sentado sobre seu trono real, diante da porta de entrada do palácio. (Ester 5, 1)
como sendo dias em que tinham sido postos a salvo dos ataques de seus inimigos e mês em que sua angústia tinha sido trocada em alegria e sua dor em felicidade. Deviam, pois, nesses dias, oferecer alegres banquetes, dar-se presentes e praticar generosidade com os pobres. (Ester 9, 22)
É por isso que se chamam esses dias “Purim”, da palavra “pur”. Assim, conforme o conteúdo dessa carta, conforme o que eles mesmos tinham visto e o que lhes tinha acontecido, (Ester 9, 26)