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Deixemo-los viver como outrora segundo as suas próprias leis, porque foi por causa dessas leis que abolimos, que eles se revoltaram e fizeram tudo isso”. (I Macabeus 6, 59)
Essa proposta agradou ao rei e aos generais. Enviou, pois, alguém para tratar da paz com os sitiados, que a aceitaram. (I Macabeus 6, 60)
Sob a palavra de juramento feito pelo rei e os generais, abandonaram a fortaleza. (I Macabeus 6, 61)
Todos os traidores e os ímpios de Israel achegaram-se dele sob a chefia de Alcimo, que aspirava tornar-se sumo sacerdote.* (I Macabeus 7, 5)
Acusaram o povo nestes termos: “Judas e seus irmãos mataram todos os teus amigos e nos expulsaram de nosso país. (I Macabeus 7, 6)
Envia, portanto, agora, um homem que possua tua confiança e que venha ver em que triste situação nos puseram, a nós e ao país que pertence ao rei, para castigar a eles e a todos os seus partidários”. (I Macabeus 7, 7)
Partiram, pois, e tomaram o caminho do país de Judá com um forte exército, enviando a Judas e seus irmãos palavras de paz capciosas. (I Macabeus 7, 10)
Vendo-os chegar com numerosas tropas, estes não lhes deram ouvido. (I Macabeus 7, 11)
Estes assideus, que eram os mais benquistos em Israel, pediam-lhes a paz. (I Macabeus 7, 13)
Acreditaram neles, mas ele apoderou-se de sessenta deles e mandou-os matar no mesmo dia, conforme estava escrito: (I Macabeus 7, 16)
“Rios de sangue fizeram correr em torno de Jerusalém, e nem sequer havia quem os sepultasse”. (Sl 78,3). (I Macabeus 7, 17)
O assombro e o terror apoderaram-se do povo, porque se dizia: “Não há entre eles nem verdade nem justiça, depois que violaram o pacto e o juramento que haviam confirmado”. (I Macabeus 7, 18)