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Sua idade era de trinta e dois anos quando começou a reinar e reinou oito anos em Jerusalém. Morreu sem ser chorado. Sepultaram-no na Cidade de Davi, mas não nos sepulcros reais. (II Crônicas 21, 20)
Em seu lugar, os habitantes de Jerusalém proclamaram rei Ocozias, seu filho mais jovem, pois o bando de árabes, que havia invadido o acampamento, tinha assassinado os mais velhos. Assim se tornou rei Ocozias, filho de Jorão, rei de Judá. (II Crônicas 22, 1)
Fez o mal aos olhos do Senhor, como tinham feito os da casa de Acab que, depois da morte de seu pai, o arrastaram à perda, por influência deles. (II Crônicas 22, 4)
Foi segundo o conselho destes que se dirigiu a Ramot de Galaad com Jorão, filho de Acab, rei de Israel, para fazer a guerra contra Hazael, rei da Síria. Ferido pelos sírios, (II Crônicas 22, 5)
Jorão retornou a Jezrael para cuidar das feridas recebidas em Ramot, na batalha contra Hazael, rei da Síria. Ocozias, filho de Jorão, rei de Judá, desceu a Jezrael para fazer uma visita a Jorão, filho de Acab, durante a enfermidade. (II Crônicas 22, 6)
Agarraram então o próprio Ocozias e o prenderam em Samaria, estava escondido. Levaram-no a Jeú e este o mandou matar. Foi-lhe dada uma sepultura, porque os homens diziam: “É um filho daquele Josafá, que buscara o Senhor de todo o seu coração”. Assim, não havia ninguém da família de Ocozias que estivesse em condições de reinar. (II Crônicas 22, 9)
Percorreram Judá e reuniram os levitas de todas as cidades de Judá, assim como os chefes de família de Israel; em seguida, retornaram a Jerusalém. (II Crônicas 23, 2)
Os levitas e todo o Judá seguiram à risca todas as ordens do sacerdote Joiada. Cada um deles reuniu seus homens, tanto aqueles que começavam seu serviço do sábado como aqueles que terminavam, pois o sacerdote Joiada não tinha dispensado nenhuma categoria. (II Crônicas 23, 8)
Em seguida, trouxeram o filho do rei e o cingiram com o diadema e lhe entregaram a Lei. Ele foi proclamado rei. Joiada e seus filhos o ungiram e gritavam: “Viva o rei!”. (II Crônicas 23, 11)
Agarraram-na e ao chegarem ao palácio real pelo portão dos cavalos, foi ela morta nesse lugar. (II Crônicas 23, 15)
Então, toda a população dirigiu-se ao templo de Baal e o demoliu. Quebraram seus altares e suas imagens e assassinaram diante dos altares Matã, sacerdote de Baal. (II Crônicas 23, 17)
Tomou consigo os centuriões, as pessoas importantes, aqueles que exerciam alguma função entre o povo, assim como toda a população da terra. Fizeram todos um cortejo ao rei, quando este saiu do Templo do Senhor. Entraram no palácio real pela porta superior e estabeleceram o rei no trono. (II Crônicas 23, 20)