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Sansão desceu com os pais a Tamna. Quando chegaram às vinhas de Tamna, apareceu de repente um leão, rugindo, que arremeteu contra ele. (Juízes 14, 5)
Tomou o mel nas mãos e foi comendo pelo caminho. Alcançando os pais, deu-lhes do mel e eles comeram, mas não lhes disse que aquele mel provinha da boca do leão. (Juízes 14, 9)
Logo que o viram chegar, deram-lhe trinta companheiros para estar com ele. (Juízes 14, 11)
Mas, se o não puderdes decifrar, sois vós que me dareis trinta túnicas e outras tantas vestes de festa”. Eles responderam-lhe: “Propõe o teu enigma, para que o ouçamos”. (Juízes 14, 13)
Ele lhes disse: “Do que come saiu o que se come; do forte saiu doçura”. Durante três dias, não puderam decifrar o enigma.* (Juízes 14, 14)
Quando chegou o quarto dia, disseram à mulher de Sansão: “Persuade o teu marido para que nos explique o enigma, se não queres que te queimemos com a casa de teu pai. Será talvez para nos despojar que nos convidastes?”. (Juízes 14, 15)
Estes, no sétimo dia, antes do pôr do sol, disseram a Sansão: “Que coisa é mais doce que o mel, que coisa é mais forte que o leão?”. Sansão lhes disse: “Se vós não tivésseis lavrado com a minha novilha, não teríeis descoberto o meu enigma”. (Juízes 14, 18)
“Quem fez isso?” – perguntaram os filisteus. Responderam: “Foi Sansão, genro do tamneu, porque este tomou sua mulher e a deu a um de seus amigos”. Então subiram os filisteus e queimaram a mulher juntamente com o seu pai. (Juízes 15, 6)
Então subiram os filisteus e acamparam em Judá, espalhando-se até Lequi. (Juízes 15, 9)
Os homens de Judá disseram: “Por que subistes contra nós?”. Eles responderam: “Subimos para prender Sansão e pagar-lhe o que ele nos fez”. (Juízes 15, 10)
Três mil homens de Judá desceram então à gruta do rochedo de Etam e disseram a Sansão: “Não sabes que os filisteus nos dominam? Que é isso que nos fizeste?”. “Eu os tratei como eles mesmos me trataram” – respondeu Sansão. (Juízes 15, 11)
Eles replicaram: “Viemos prender-te para entregar-te aos filisteus”. “Jurai-me – disse Sansão – que não me haveis de matar.” (Juízes 15, 12)