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Aarão, obedecendo à palavra de Moisés, tomou o turíbulo e correu ao meio da assembleia, pois a praga começava já no meio do povo; deitou nele o incenso e fez a expiação pelo povo. (Números 17, 12)
Colocando-se de pé entre os mortos e os vivos, deteve o flagelo. (Números 17, 13)
Com esse golpe morreram catorze mil e setecentos, além dos que tinham perecido na rebelião de Coré. (Números 17, 14)
O Senhor disse a Moisés: (Números 17, 16)
“Fala aos israelitas. Que eles te deem uma vara por tribo, ou seja, doze varas de todos os príncipes das doze casas patriarcais. Escreverás o nome de cada um na sua vara; (Números 17, 17)
na vara de Levi escreverás o nome de Aarão, porque haverá uma vara por tribo. (Números 17, 18)
E eis que a vara de meu eleito florescerá e, desse modo, farei cessar diante de mim as murmurações dos filhos de Israel contra vós”. (Números 17, 20)
Moisés as pôs diante do Senhor na tenda do testemunho. (Números 17, 22)
Voltando no dia seguinte, entrou no pavilhão e eis que tinha florescido a vara de Aarão, pela tribo de Levi: tinham aparecido botões, saído flores e amadurecido amêndoas. (Números 17, 23)
Moisés levou todas as varas de diante do Senhor aos israelitas. Eles viram o (prodígio) e receberam cada um a sua vara. (Números 17, 24)
O Senhor disse então a Moisés: “Torna a levar a vara de Aarão para diante da tenda do testemunho, e seja ali conservada como um sinal para todos aqueles que quiserem revoltar-se, e assim possas pôr um termo às murmurações diante de mim, para que não morram”. (Números 17, 25)
Moisés executou a ordem que o Senhor lhe tinha dado. (Números 17, 26)