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Jesus pôs-se a chorar. (São João 11, 35)
Observaram por isso os judeus: “Vede como ele o amava!”. (São João 11, 36)
Mas alguns deles disseram: “Não podia ele, que abriu os olhos do cego de nascença, fazer com que este não morresse. (São João 11, 37)
Tomado, novamente, de profunda emoção, Jesus foi ao sepulcro. Era uma gruta, coberta por uma pedra. (São João 11, 38)
Jesus ordenou: “Tirai a pedra”. Disse-lhe Marta, irmã do morto: “Senhor, já cheira mal, pois há quatro dias que ele está aí...”. (São João 11, 39)
Respondeu-lhe Jesus: “Não te disse eu: Se creres, verás a glória de Deus?”. Tiraram, pois, a pedra. (São João 11, 40)
Levantando Jesus os olhos ao alto, disse: “Pai, rendo-te graças, porque me ouviste. (São João 11, 41)
Eu bem sei que sempre me ouves, mas falo assim por causa do povo que está em roda, para que creiam que tu me enviaste”. (São João 11, 42)
Depois dessas palavras, exclamou em alta voz: “Lázaro, vem para fora!”. (São João 11, 43)
E o morto saiu, tendo os pés e as mãos ligados com faixas, e o rosto coberto por um sudário. Ordenou então Jesus: “Desatai-o e deixai-o ir”. (São João 11, 44)
Alguns deles, porém, foram aos fariseus e lhes contaram o que Jesus realizara. (São João 11, 46)
Nem considerais que vos convém que morra um só homem pelo povo, e que não pereça toda a nação”. (São João 11, 50)