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Continuou ele: O Deus de nossos pais te predestinou para que conhecesses a sua vontade, visses o Justo e ouvisses a palavra da sua boca,* (Atos dos Apóstolos 22, 14)
E agora, por que tardas? Levanta-te. Recebe o batismo e purifica-te dos teus pecados, invocando o seu nome. (Atos dos Apóstolos 22, 16)
Voltei para Jerusalém e, orando no templo, fui arrebatado em êxtase. (Atos dos Apóstolos 22, 17)
Haviam-no escutado até essa palavra. Então, levantaram a voz: “Tira do mundo esse homem! Não é digno de viver!”. (Atos dos Apóstolos 22, 22)
o tribuno mandou recolhê-lo à cidadela, açoitá-lo e submetê-lo a torturas, para saber por que causa clamavam assim contra ele. (Atos dos Apóstolos 22, 24)
Quando o iam amarrando com a correia, Paulo perguntou a um centurião que estava presente: “É permitido açoitar um cidadão romano que nem sequer foi julgado?”. (Atos dos Apóstolos 22, 25)
Ao ouvir isso, o centurião foi ter com o tribuno e avisou-o: “Que vais fazer? Este homem é cidadão romano”. (Atos dos Apóstolos 22, 26)
Veio o tribuno e perguntou-lhe: “Dize-me, és romano?” – “Sim”, respondeu-lhe. (Atos dos Apóstolos 22, 27)
O tribuno replicou: “Eu adquiri este direito de cidadão por grande soma de dinheiro.” Paulo respondeu: “Pois eu o sou de nascimento. (Atos dos Apóstolos 22, 28)
Apartaram-se então dele os que iam torturá-lo. O tribuno alarmou-se porque o mandara acorrentar, sendo ele um cidadão romano. (Atos dos Apóstolos 22, 29)
No dia seguinte, querendo saber com mais exatidão de que os judeus o acusavam, soltou-o e ordenou que se reunissem os sumos sacerdotes e todo o Grande Conselho. Trouxe Paulo e o mandou comparecer diante deles. (Atos dos Apóstolos 22, 30)
Paulo, fitando os olhos nos membros do conselho, disse: “Irmãos, eu tenho procedido diante de Deus com toda a boa consciência até o dia de hoje...”. (Atos dos Apóstolos 23, 1)