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Manué levantou-se e seguiu a sua mulher até junto do homem: “És tu – disse ele – o homem que falou à minha mulher?”. (Juízes 13, 11)
O anjo do Senhor respondeu: “Abstenha-se tua mulher de tudo o que eu lhe disse. (Juízes 13, 13)
Tomou, pois, Manué o cabrito com uma oferta e ofereceu-o ao Senhor sobre a rocha. Coisa maravilhosa! Enquanto Manué e sua mulher olhavam (Juízes 13, 19)
subir para o céu a chama do sacrifício que estava sobre o altar, viu que o anjo do Senhor subia na chama. À vista disso, Manué e sua mulher caíram com o rosto em terra. (Juízes 13, 20)
E o anjo do Senhor desapareceu diante dos olhos de Manué e sua mulher. Manué compreendeu logo que era o anjo do Senhor, (Juízes 13, 21)
e disse à sua mulher: “Vamos morrer seguramente, porque vimos Deus!”. (Juízes 13, 22)
Sua mulher respondeu-lhe: “Se o Senhor nos quisesse matar, não teria aceito de nossas mãos o holocausto e a oferta; não nos teria mostrado tudo o que vimos, nem nos teria dito o que hoje nos revelou”. (Juízes 13, 23)
Sansão desceu a Tamna e, vendo ali uma mulher das filhas dos filisteus, (Juízes 14, 1)
Seus pais disseram-lhe: “Não há porventura ninguém entre as filhas de teus irmãos e em todo o nosso povo, para que queiras escolher uma mulher entre os filisteus, estes incircuncisos?”. Sansão, porém, disse ao seu pai: “Toma esta para mim, porque me agrada”. (Juízes 14, 3)
Depois desceu a Tamna e falou à mulher que lhe agradava. (Juízes 14, 7)
Seu pai desceu à casa da mulher, onde Sansão deu um banquete, segundo o costume dos jovens. (Juízes 14, 10)
Quando chegou o quarto dia, disseram à mulher de Sansão: “Persuade o teu marido para que nos explique o enigma, se não queres que te queimemos com a casa de teu pai. Será talvez para nos despojar que nos convidastes?”. (Juízes 14, 15)