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Sois sumamente justo, Senhor, para que eu entre em disputa convosco. Entretanto, em espírito de justiça, desejaria falar-vos. Por que alcançam bom êxito os maus em tudo quanto empreendem? E por que razão vivem felizes os pérfidos? (Jeremias 12, 1)
O pão não será repartido para consolar o enlutado que chora um defunto, nem se lhe oferecerá a taça do consolo pela morte de seus pais. (Jeremias 16, 7)
Primeiramente, eu lhes pagarei em dobro o salário de sua iniquidade e do seu pecado, por haverem profanado a minha terra com os restos imundos de seus ídolos e enchido minha herança de abominações.” (Jeremias 16, 18)
Quando o vaso que estava a modelar não lhe saía bem, como costuma acontecer nos trabalhos de cerâmica, punha-se a trabalhar em outro à sua maneira. (Jeremias 18, 4)
Tu lhes dirás, então: Escutai a palavra do Senhor, reis de Judá e vós todos, habitantes de Jerusalém. Eis o que diz o Senhor dos exércitos, Deus de Israel: Sobre este lugar vou mandar desgraça tamanha que fará tinir os ouvidos a quem dela ouvir falar. (Jeremias 19, 3)
Abandonaram-me, profanaram este lugar e ofereceram incenso a outros deuses que nem eles conheceram nem seus pais e nem os reis de Judá. Macularam este lugar com o sangue dos inocentes, (Jeremias 19, 4)
Aí aniquilarei os planos de Judá e Jerusalém, e ordenarei que caiam seus habitantes sob a espada dos inimigos e pelas mãos daqueles que odeiam a sua vida. Entregarei seus cadáveres como pasto às aves do céu e aos animais da terra. (Jeremias 19, 7)
E, a mim mesmo, eu disse: Não mais o mencionarei, nem falarei em seu nome. Mas em meu seio havia um fogo devorador que se me encerrara nos ossos. Esgotei-me em refreá-lo, e não o consegui.* (Jeremias 20, 9)
Senhor, Deus dos exércitos, vós que sondais o justo, e que escrutais os rins e os corações, concedei-me o poder de contemplar a vingança que deles ides tirar! Pois em vossas mãos depositei a minha causa. (Jeremias 20, 12)
A ele suceda o que às cidades aconteceu, que o Senhor sem piedade aniquilou! Desde o alvorecer ouça os gritos de alarme e o fragor da batalha ao meio-dia.* (Jeremias 20, 16)
Por que saí do seu seio? Para só contemplar tormentos e misérias, e na vergonha consumir meus dias? (Jeremias 20, 18)
Ai daquele que para si construiu esse palácio por meios desonestos, e seus salões, violando a equidade. Ai daquele que faz seu próximo trabalhar sem paga, e lhe recusa o salário!* (Jeremias 22, 13)