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Semeais muito e recolheis pouco; comeis e não vos saciais; bebeis e não chegais a apagar a vossa sede; vestis, mas não vos aqueceis; e o operário guarda o seu salário em saco roto! (Ageu 1, 6)
Assim fala o Senhor dos exércitos: refleti no que fazeis!* (Ageu 1, 7)
Subi à montanha, trazei madeira e reconstruí a minha casa; ela me será agradável e nela serei glorificado, – oráculo do Senhor. (Ageu 1, 8)
Zorobabel, filho de Salatiel, com o sumo sacerdote Josué, filho de Josedec, e todo o resto do povo, ouviram a voz do Senhor, seu Deus, e as palavras que lhes dirigiu o profeta Ageu da parte do Senhor. E todo o povo temeu o Senhor. (Ageu 1, 12)
Então, o Senhor inspirou coragem a Zorobabel, filho de Salatiel, governador de Judá, e ao sumo sacerdote Josué, filho de Josedec, bem como a todo o resto do povo: todos puseram-se a trabalhar na construção da casa do Senhor dos exércitos, seu Deus, (Ageu 1, 14)
No segundo ano do reinado de Dario, no vigésimo primeiro dia do sétimo mês, a palavra do Senhor fez-se ouvir por intermédio do profeta Ageu, nestes termos: (Ageu 2, 1)
“Fala ao governador de Judá, Zorobabel, filho de Salatiel, ao sumo sacerdote Josué, filho de Josedec, e ao resto do povo. (Ageu 2, 2)
Haverá alguém entre vós que tenha visto esta casa em seu primeiro esplendor? E em que estado a vedes agora! Tal como está, não parece ela insignificante aos vossos olhos? (Ageu 2, 3)
Porque isto diz o Senhor dos exércitos: Ainda um pouco de tempo, e abalarei céu e terra, mares e continentes;* (Ageu 2, 6)
Sim, farei reinar a paz neste lugar, diz o Senhor dos exércitos”. No segundo ano do reinado de Dario, no vigésimo quarto dia do nono mês, a palavra do Senhor fez-se ouvir pelo ministério do profeta Ageu, nestes termos: (Ageu 2, 10)
Suponhamos que um homem traga na orla da sua veste carne consagrada. Se ele tocasse com esta veste o pão, ou o guisado, ou o vinho, ou o óleo, ou qualquer outro alimento, porventura se tornaria santo tal objeto?”. “Não” – responderam os sacerdotes –. (Ageu 2, 12)
“Mas, suponhamos” – replicou Ageu – “que alguém esteja manchado por ter tocado um cadáver; se ele tocar qualquer dessas coisas, ficará ela impura?” “Sim, ficará impura” – responderam os sacerdotes –.* (Ageu 2, 13)