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O rei disse ao cusita: “Tudo vai bem para o jovem Absalão?”. E o cusita respondeu: “Sejam como esse jovem os inimigos do rei, meu senhor e todos os que se levantam contra ti para te fazer mal!”. (II Samuel 18, 32)
Então, o rei comoveu-se, subiu ao quarto que estava por cima da porta e pôs-se a chorar. E enquanto ia, dizia assim: “Meu filho Absalão, meu filho, meu filho Absalão! Por que não morri em teu lugar? Absalão, meu filho, meu filho!”. (II Samuel 19, 1)
E foram dizer a Joab: “Eis que o rei chora e se lamenta por causa de Absalão”. (II Samuel 19, 2)
Entretanto o rei, cobrindo a cabeça, dizia em alta voz: “Meu filho Absalão! Absalão, meu filho, meu filho!”. (II Samuel 19, 5)
Tu amas os que te odeiam e odeias os que te amam e mostras que os teus chefes e teus servos nada valem para ti. Estou vendo que te darias por satisfeito, se Absalão vivesse e nós fôssemos todos mortos! (II Samuel 19, 7)
Vamos! Sai e dirige aos teus servos palavras de reconforto, pois juro-te por Deus que, se não o fizeres, não ficará contigo esta noite homem algum. E isso seria para ti uma desgraça maior do que todas que vieram sobre ti desde a tua juventude!”. (II Samuel 19, 8)
Em todas as tribos se discutia, dizendo: “O rei que nos salvara das mãos de nossos inimigos e da mão dos filisteus, agora teve de fugir da terra diante de Absalão. (II Samuel 19, 10)
Ora, Absalão, a quem tínhamos sagrado rei sobre nós, morreu no combate. Por que tardais em fazer voltar o rei?”.* (II Samuel 19, 11)
O rei voltou. Chegando ao Jordão, eis que todo o Judá tinha acorrido a Gálgala para ir-lhe ao encontro e fazê-lo passar o Jordão. (II Samuel 19, 16)
Abisaí, filho de Sárvia, tomou a palavra: “Não se deverá antes matar Semei, por ter amaldiçoado o ungido do Senhor?”. (II Samuel 19, 22)
Mifiboset, filho de Saul, desceu também ao encontro do rei. Não tinha lavado os pés nem as mãos, nem feito a barba, nem lavado as suas vestes, desde o dia em que o rei partira até o dia em que ele voltou em paz. (II Samuel 19, 25)
“Meu senhor e rei – respondeu ele –, o meu criado enganou-me. Pois eu, teu servo, dissera-lhe que me selasse a jumenta para que eu a montasse e partisse com o rei, porque o teu servo é paralítico. (II Samuel 19, 27)