Mosaico decorativo

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  • – Como és belo, meu amado! Como és encantador! O nosso leito é um leito verdejante. (Cântico dos Cânticos 1, 16)

  • – Que é aquilo que sobe do deserto como colunas de fumaça, exalando o perfume de mirra e de incenso, e de todos os aromas dos mercadores?* (Cântico dos Cânticos 3, 6)

  • Todos hábeis manejadores da espada, e exercitados no combate; cada um deles leva a espada ao lado por causa dos terrores noturnos. (Cântico dos Cânticos 3, 8)

  • Como são deliciosas as tuas carícias, minha irmã, minha noiva! Mais deliciosos que o vinho são teus amores, e o odor dos teus perfumes excede o de todos os aromas! (Cântico dos Cânticos 4, 10)

  • Eu dormia, mas meu coração velava. Eis a voz do meu amado. Ele bate. Abre-me, minha irmã, minha amada, minha pomba, minha perfeita; minha cabeça está coberta de orvalho, e os cachos de meus cabelos cheios das gotas da noite. (Cântico dos Cânticos 5, 2)

  • E o perfume de tua boca como o odor das maçãs; teus beijos são como um vinho delicioso que corre para o bem-amado, umedecendo-lhe os lábios na hora do sono. (Cântico dos Cânticos 7, 10)

  • – Quem é esta que sobe do deserto apoiada em seu bem-amado? – Sob a macieira eu te despertei, onde em dores te deu à luz tua mãe, onde em dores te pôs no mundo tua mãe.* (Cântico dos Cânticos 8, 5)

  • A sabedoria não entrará na alma perversa, nem habitará no corpo sujeito ao pecado; (Sabedoria 1, 4)

  • o Espírito Santo educador das almas fugirá da perfídia, se afastará dos pensamentos insensatos, e a iniquidade que sobrevém o repelirá. (Sabedoria 1, 5)

  • Sim, a sabedoria é um espírito que ama os homens, mas não deixará sem castigo o blasfemador pelo crime de seus lábios, porque Deus lhe sonda os rins, penetra até o fundo de seu coração, e ouve as suas palavras. (Sabedoria 1, 6)

  • Aquele que profere uma linguagem iníqua, não pode fugir dele, e a justiça vingadora não o deixará escapar; (Sabedoria 1, 8)

  • Se aos olhos dos homens suportaram uma correção, a esperança deles era portadora de imortalidade, (Sabedoria 3, 4)


"Se precisamos ter paciência para suportar os defeitos dos outros, quanto mais ainda precisamos para tolerar nossos próprios defeitos!" São Padre Pio de Pietrelcina