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e um décimo para cada um dos catorze cordeiros. (Números 29, 15)
Tais são os sacrifícios que oferecereis ao Senhor em vossas solenidades, além de vossos votos e vossas ofertas espontâneas: holocaustos, oblações, libações e sacrifícios pacíficos.” (Números 29, 39)
Moisés disse aos chefes das tribos israelitas: “Eis o que o Senhor ordenou: (Números 30, 2)
Se um homem fizer um voto ao Senhor ou se se comprometer com juramento a uma obrigação qualquer, não faltará à sua palavra, mas cumprirá toda obrigação que tiver tomado. (Números 30, 3)
Se uma donzela, que se encontre ainda na casa de seu pai, fizer um voto ao Senhor, ou se se impuser uma obrigação, (Números 30, 4)
e seu pai, tendo conhecimento do voto que ela fez ou da obrigação que tomou, nada disse, todos os seus votos e suas obrigações serão válidos. (Números 30, 5)
Se na ocasião de seu casamento ela estiver ligada por algum voto ou algum compromisso inconsiderado, (Números 30, 7)
e seu marido, sabendo-o, não disser nada naquele dia, seus votos serão válidos, assim como os compromissos tomados. (Números 30, 8)
Mas se o marido, no dia em que disso tiver conhecimento, desaprová-lo, serão nulos o seu voto e o compromisso tomados inconsideradamente, e o Senhor o perdoará. (Números 30, 9)
O voto de uma viúva, ou de uma mulher repudiada, e toda obrigação que ela se impuser a si mesma, será válida para ela. (Números 30, 10)
desde que o marido, ao sabê-lo, nada diga, nem se oponha, todos os seus votos serão válidos, bem como todo compromisso que ela tiver tomado. (Números 30, 12)
Se seu marido guardar silêncio até o dia seguinte, com isso ratifica todos os seus votos e todos os seus compromissos; e os ratifica porque nada disse no dia em que deles teve conhecimento. (Números 30, 15)