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Os persas tremeram com sua audácia, os medos se acovardaram perante sua ousadia. (Judite 16, 10)
Então, os humildes gritaram e eles tremeram espavoridos, os fracos do meu povo clamaram e eles foram tomados de espanto; ao estrépito das vozes, deitaram a fugir. (Judite 16, 11)
Ai das nações que se insurgirem contra o meu povo! No dia do juízo as punirá o Senhor Todo-poderoso: entregará as suas carnes aos vermes e ao fogo e hão de chorar eterna dor”. (Judite 16, 17)
Eis o que aconteceu no tempo de Assuero que reinou desde a Índia até a Etiópia sobre cento e vinte e sete províncias.* (Ester 1, 1)
Depois desses acontecimentos, o rei Assuero elevou em dignidade Amã, filho de Amadates, o agagita, e lhe deu um lugar acima de todos os grandes que o rodeavam. (Ester 3, 1)
Por ordem do rei, os correios partiram imediatamente. O edito foi publicado primeiro na fortaleza de Susa. E enquanto o rei bebia acompanhado de Amã, a consternação reinava na cidade de Susa. (Ester 3, 15)
Quando Mardoqueu soube o que se tinha passado rasgou suas vestes, cobriu-se de saco e de cinza. Em seguida, percorreu a cidade, dando gritos de dor. (Ester 4, 1)
Em cada província, em toda a parte onde chegavam a ordem do rei e seu edito, havia grande desolação entre os judeus. Jejuaram, choraram e fizeram lamentações; e muitos se deitavam sobre o saco e a cinza. (Ester 4, 3)
As servas de Ester e seus eunucos vieram contar-lhe o que se passava, e isso lhe causou grande temor. Mandou roupas para revestir Mardoqueu, fazendo-lhe despir o saco de que estava coberto, mas ele não as aceitou. (Ester 4, 4)
Soube dele tudo o que tinha acontecido e a quantia de dinheiro que Amã tinha prometido depositar no tesouro real, em troca da destruição dos judeus. (Ester 4, 7)
para contar a Zares, sua mulher, e a todos os seus amigos o que lhe tinha acontecido. Seus conselheiros e sua mulher, Zares, lhe responderam: “Se Mardoqueu, diante do qual começou tua queda, pertence ao povo judeu, não o vencerás, mas sucumbirás diante dele”. (Ester 6, 13)
Ester retornou de novo à presença do rei e falou. Prostrada a seus pés, desfeita em lágrimas, suplicava-lhe que destruísse as maquinações que Amã, o agagita, tinha perversamente urdido contra os judeus. (Ester 8, 3)