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Davi, informado disso, reuniu todo o Israel, atravessou o Jordão, dirigiu-se a eles e preparou-se para atacá-los, colocando o seu exército em linha de batalha contra os sírios. (I Crônicas 19, 17)
Estes começaram o combate contra ele, mas fugiram diante de Israel e Davi matou os cavalos de seus sete mil carros e quarenta mil soldados de infantaria; matou também Sofac, comandante do exército. (I Crônicas 19, 18)
Davi tomou a coroa da cabeça de seu rei, a qual pesava um talento de ouro. Estava ornada com uma pedra preciosa e foi colocada na cabeça de Davi. Levou também da cidade muitos despojos. (I Crônicas 20, 2)
Quanto ao povo que lá se encontrava, fê-lo sair e colocou-o em trabalhos de serra, de picaretas de ferro e de machados. Fez o mesmo com todas as cidades dos amonitas. Em seguida, Davi voltou para Jerusalém com todo o seu exército. (I Crônicas 20, 3)
Houve ainda uma batalha com os filisteus e Elcanã, filho de Jair, matou Lami, irmão de Golias, de Gat, que tinha uma lança cujo cabo parecia um cilindro de tecelões.* (I Crônicas 20, 5)
Deus não viu isso com bons olhos e feriu Israel.* (I Crônicas 21, 7)
“Vai dizer a Davi: Eis o que diz o Senhor: Eu te proponho três coisas; escolhe uma delas, e eu a farei acontecer”. (I Crônicas 21, 10)
Escolhe: ou três anos de fome, ou três meses durante os quais fugirás de teus inimigos e serás atingido por sua espada ou, ainda, três dias em que a espada do Senhor ou a peste maltratarão a terra e o anjo do Senhor devastará todo o território de Israel. A ti compete ver agora que resposta devo dar àquele que me enviou”. (I Crônicas 21, 12)
Deus enviou a Jerusalém um anjo para destruí-la. Enquanto ele a assolava, o Senhor, que olhava, compadeceu-se desse mal e disse ao anjo destruidor: “Basta! Retira agora tua mão!”. Ora, o anjo do Senhor achava-se perto da eira de Ornã, o jebuseu. (I Crônicas 21, 15)
Davi, tendo levantado os olhos, viu o anjo do Senhor que estava entre o céu e a terra, com uma espada desembainhada em sua mão, dirigida contra Jerusalém. Então, Davi e os anciãos, cobertos de sacos, prostraram-se com o rosto por terra. (I Crônicas 21, 16)
Ornã, voltando-se, viu o anjo e ele com seus quatro filhos esconderam-se: estava, naquela ocasião, debulhando trigo. (I Crônicas 21, 20)
Ornã respondeu: “Toma-o; que meu senhor, o rei, faça o que lhe parecer bom. Vê, eu dou os bois para o holocausto, os carros para lenha e o trigo para a oblação; tudo te dou”. (I Crônicas 21, 23)