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Elias respondeu: “Se sou um homem de Deus, venha fogo do céu e vos devore, a ti e aos teus cinquenta homens”. E o fogo, caindo do céu, devorou o chefe e seus cinquenta homens. (II Reis 1, 10)
O rei mandou outro chefe com os seus cinquenta homens, o qual, chegando aonde estava Elias, lhe disse: “Ó homem de Deus, esta é a ordem do rei: desce imediatamente”. (II Reis 1, 11)
“Se sou um homem de Deus – respondeu Elias –, venha fogo do céu e te devore com os teus cinquenta homens.” E o fogo, caindo do céu, devorou o chefe e seus cinquenta homens. (II Reis 1, 12)
Pela terceira vez, mandou o rei um chefe com os seus cinquenta homens, o qual, chegando aonde estava Elias, pôs-se de joelhos e suplicou-lhe, dizendo: “Peço-te, ó homem de Deus, que a minha vida tenha algum valor aos teus olhos e a destes cinquenta homens teus servos. (II Reis 1, 13)
O anjo do Senhor disse a Elias: “Desce com este homem; não temas”. Elias levantou-se e desceu com ele à casa do rei. (II Reis 1, 15)
A mulher foi e contou tudo ao homem de Deus. Este disse-lhe: “Vai e vende esse óleo para pagar a tua dívida. Depois disso, tu e teus filhos vivereis do resto”. (II Reis 4, 7)
Ela disse ao seu marido: “Escuta, eu sei que esse homem que passa sempre por nossa casa é um santo homem de Deus. (II Reis 4, 9)
Eliseu disse-lhe: “Por esse tempo, daqui a um ano, acariciarás um filho”. “Não, meu senhor – respondeu ela –, não zombes de tua escrava, ó homem de Deus!” (II Reis 4, 16)
Ela subiu, colocou o menino na cama do homem de Deus, fechou a porta e saiu. (II Reis 4, 21)
Chamou o marido e disse-lhe: “Manda comigo um escravo e uma jumenta para que eu vá à casa do homem de Deus e volte”. (II Reis 4, 22)
Ela partiu e chegou aonde estava o homem de Deus, no monte Carmelo. O homem de Deus, vendo-a de longe, disse ao seu servo Giezi: “Aí vem a sunamita; (II Reis 4, 25)
Mas chegando junto do homem de Deus na montanha, pegou-lhe os pés. Giezi aproximou-se para afastá-la, mas o homem de Deus disse-lhe: “Deixa-a; sua alma está cheia de amargura e o Senhor me oculta o motivo, nada me revelou”.* (II Reis 4, 27)